domingo, 24 de fevereiro de 2013


Nasceu  em 1928 na Filadelfia, Estados Unidos.  Astrônoma estadunidense.

Desde criança mostrou um grande interesse pelo movimento das estrelas que observava em seu telescópio que seu pai, um engenheiro elétrico, construiu . Vera ingressou em 1945 no Vassar College – escola somente para mulheres, fundada em Nova York em 1861 – motivada  pela perseverança e os trabalhos de Maria Mitchell, primeira diretora desta instituição. Terminou seus estudos em astronomia em 1948, e nesse mesmo ano se casou com Robert Rubin, que encorajava seus estudos.

Vera ingressou na Universidade de Cornell, graduando-se em 1951; Apresentou sua tese na Sociedade Americana Astronômica, baseada na idéia de que as galáxias estariam girando ao redor de um centro desconhecido. Depois de sua rejeição na Universidade de Princeton, porque não aceitavam mulheres, com decisão e persistência entrou na Universidade de Georgetown, em Washington D.C., aonde continuou estudando Astronomia e em 1954 realizou a sua tese de doutorado em que mostrou que as galáxias não se distribuíam aleatoriamente no céu, mas que se agrupavam em grandes associações. Nenhuma pessoa se interessou em seu trabalho, nem publicou em revistas cientificas; Porém estas descobertas foram confirmadas  15 anos depois.

Na década de 1950 Vera alternou a docência e investigação com a maternidade, já que teve quatro filhos que, com o tempo seguiriam carreiras cientificas. Em 1963 se uniu ao trabalho do casal Geoffrey e Margaret Burbidge publicando uma investigação em conjunto sobre a existência dos fenômenos explosivos nos núcleos de algumas galáxias.

Passada a segunda metade do século XX, seguiam as discriminações contra as mulheres na ciência: não as deixavam utilizar os telescópios, por isso não podiam desenvolver-se profissionalmente. Em 1964 Vera começou a trabalhar no Departamento de Magnetismo Terrestre da  Instituição Carnegie e se converteu na primeira mulher  que observou o céu utilizando o telescópio do Monte Palomar de forma legal, com seu próprio nome como cientista convidado.

O astrônomo W. Kent Ford desenvolveu o espectrômetro que permitia medir a velocidade das estrelas nas galáxias espirais. Vera  e Kent Ford estudaram regiões pequenas dentro das galáxias e ali observaram a emissão de luz com diferentes partes em suas espirais: estudaram as chamadas “curvas planas de rotação”. Em 1975, na reunião da Sociedade Estadunidense de Astronomia, Vera e Kent anunciaram a toda comunidade cientifica que as galáxias espirais deixavam espaços vazios entre elas e que havia uma menor porção de massa luminosa e o restante , muito maior, não era visível, mas estava em forma de matéria escura, que correspondia a quase 90% do universo, embora não emitisse luz, era detectável pelo efeito gravitacional que produzia.

Apesar das dificuldades, Vera Rubin, brilhante astrônoma, tem contribuído com suas investigações e dedicação ao conhecimento do universo, e tomou um lugar reconhecido no mundo cientifico. Ela tem recebido honras e distinções pelos seus trabalhos: em 1996 a Medalha de ouro concedida pela Sociedade Astronômica Royal (Reino Unido) segunda  mulher a recebê-lo, depois que passaram mais de 160 anos de que fora outorgada a Carolina Herschel (em 1828); Medalha Bruce em Astronomia (Astronomical Society of The Pacific, usa) em 2003. Tem sido merecedora do titulo Doctor Honoris Causa em varias universidades.

Vera é co-autora de 114 artigos de investigação e publicou vários artigos científicos com sua única filha Judith Young, doutora em Física, formando um das poucas parcerias mãe-filha  na Astronomia.  Ela deu numerosas conferencias e entrevistas. É membro da Academia Nacional de Ciências desde 1981 e considera que “é um privilegio ser uma pioneira entre as mulheres fascinadas com as galáxias”.

Vera segue investigando e é muito querida e respeitada.

Traduzido do Mujeres que Hacen la Historia


21:00 Mulheres na ciência

Nasceu  em 1928 na Filadelfia, Estados Unidos.  Astrônoma estadunidense.

Desde criança mostrou um grande interesse pelo movimento das estrelas que observava em seu telescópio que seu pai, um engenheiro elétrico, construiu . Vera ingressou em 1945 no Vassar College – escola somente para mulheres, fundada em Nova York em 1861 – motivada  pela perseverança e os trabalhos de Maria Mitchell, primeira diretora desta instituição. Terminou seus estudos em astronomia em 1948, e nesse mesmo ano se casou com Robert Rubin, que encorajava seus estudos.

Vera ingressou na Universidade de Cornell, graduando-se em 1951; Apresentou sua tese na Sociedade Americana Astronômica, baseada na idéia de que as galáxias estariam girando ao redor de um centro desconhecido. Depois de sua rejeição na Universidade de Princeton, porque não aceitavam mulheres, com decisão e persistência entrou na Universidade de Georgetown, em Washington D.C., aonde continuou estudando Astronomia e em 1954 realizou a sua tese de doutorado em que mostrou que as galáxias não se distribuíam aleatoriamente no céu, mas que se agrupavam em grandes associações. Nenhuma pessoa se interessou em seu trabalho, nem publicou em revistas cientificas; Porém estas descobertas foram confirmadas  15 anos depois.

Na década de 1950 Vera alternou a docência e investigação com a maternidade, já que teve quatro filhos que, com o tempo seguiriam carreiras cientificas. Em 1963 se uniu ao trabalho do casal Geoffrey e Margaret Burbidge publicando uma investigação em conjunto sobre a existência dos fenômenos explosivos nos núcleos de algumas galáxias.

Passada a segunda metade do século XX, seguiam as discriminações contra as mulheres na ciência: não as deixavam utilizar os telescópios, por isso não podiam desenvolver-se profissionalmente. Em 1964 Vera começou a trabalhar no Departamento de Magnetismo Terrestre da  Instituição Carnegie e se converteu na primeira mulher  que observou o céu utilizando o telescópio do Monte Palomar de forma legal, com seu próprio nome como cientista convidado.

O astrônomo W. Kent Ford desenvolveu o espectrômetro que permitia medir a velocidade das estrelas nas galáxias espirais. Vera  e Kent Ford estudaram regiões pequenas dentro das galáxias e ali observaram a emissão de luz com diferentes partes em suas espirais: estudaram as chamadas “curvas planas de rotação”. Em 1975, na reunião da Sociedade Estadunidense de Astronomia, Vera e Kent anunciaram a toda comunidade cientifica que as galáxias espirais deixavam espaços vazios entre elas e que havia uma menor porção de massa luminosa e o restante , muito maior, não era visível, mas estava em forma de matéria escura, que correspondia a quase 90% do universo, embora não emitisse luz, era detectável pelo efeito gravitacional que produzia.

Apesar das dificuldades, Vera Rubin, brilhante astrônoma, tem contribuído com suas investigações e dedicação ao conhecimento do universo, e tomou um lugar reconhecido no mundo cientifico. Ela tem recebido honras e distinções pelos seus trabalhos: em 1996 a Medalha de ouro concedida pela Sociedade Astronômica Royal (Reino Unido) segunda  mulher a recebê-lo, depois que passaram mais de 160 anos de que fora outorgada a Carolina Herschel (em 1828); Medalha Bruce em Astronomia (Astronomical Society of The Pacific, usa) em 2003. Tem sido merecedora do titulo Doctor Honoris Causa em varias universidades.

Vera é co-autora de 114 artigos de investigação e publicou vários artigos científicos com sua única filha Judith Young, doutora em Física, formando um das poucas parcerias mãe-filha  na Astronomia.  Ela deu numerosas conferencias e entrevistas. É membro da Academia Nacional de Ciências desde 1981 e considera que “é um privilegio ser uma pioneira entre as mulheres fascinadas com as galáxias”.

Vera segue investigando e é muito querida e respeitada.

Traduzido do Mujeres que Hacen la Historia


sábado, 23 de fevereiro de 2013




Nascida em Shangai em 1912. Física chinesa, cientista e especialista em radioatividade.

Seus pais, professores de idéias progressistas sobre a educação das mulheres incentivaram a sua filha a estudar em um colégio interno de Suzhou, no qual se graduou como professora, sendo a primeira da classe.



Em 1930 Chien ingressou na Universidade Central de Nanjing, na qual envolveu-se ativamente do movimento estudantil. Depois de sua graduação de Física em 1934, foi docente em uma Universidade de província, enquanto continuou sua investigação em Cristalografia de raios X na Academia de Ciências de Shangai.

Em 1936 partiu para o Estados Unidos para continuar os seus estudos; Em breve integrou a equipe de investigação do Laboratório de Radiação da Universidade da California. Nesta universidade doutorou-se em 1940.

Na universidade de Princeton, Nova Jersey, foi a primeira mulher docente de Física. Durante a Segunda Guerra Mundial, em 1944 trabalhou como física nuclear, junto com eminentes cientistas, no projeto Manhattan, investigando a separação dos isótopos (átomos) de urânio, que são radioativos. A partir de 1946 foi Cientista Associada na Universidade dee Columbia, Nova York e, anos depois, Professora Associada nessa Universidade.

Chien continuou sua minuciosa investigação sobre a desintegração dos átomos; Até esse momento, os experimentos científicos de outros cientistas somente haviam podido encontrar elétrons de baixo movimento. Com grande empenho e capacidade profissional, ela comprovou que os elétrons se moviam a uma grande velocidade, atravessando laminas de espessura uniforme. Suas evidencias empíricas trouxeram-lhe grande prestigio, destacando-se a exatidão dos detalhes fornecidos. Escreveu um livro sobre sua investigação: A desintegração beta, publicado em 1965.

Em 1958 foi promovida a Professora Titular de Física na Universidade de Columbia. Com suas investigações aplicou a medicina seu trabalho em física nuclear: mediante a novas técnicas, desenvolveu um método para estudar as mudanças moleculares da hemoglobina associada a anemia das células.

Em 1972 Chien Shiung Wu foi Catedrática de Física da Universidade de Columbia, combinando a docencia com a investigação até a sua jubilação em 1981. Durante 37 anos consecutivos esteve trabalhando como uma destacada cientista, lutando contra os preconceitos de gênero, que minimizou a importância das conquistas das mulheres dedicadas a ciência.

Por sua contribuição a ciência, Chien recebeu numerosos prêmios e Doutorados Honoris Causa, entre eles, os da Universidade de Yale, Harvard e Princeton, sendo este ultimo, o primeiro premio concedido a uma mulher. Foi membro da Academia de Ciências da China e Estados Unidos e a primeira mulher presidente da Sociedade Americana de Física em 1975. Recebeu a Medalha Nacional de Ciências dos Estados Unidos.

Um asteróide desde 1990 leva o seu nome em sua homenagem. Em seu país natal é muito reconhecida por suas conquistas cientificas, e por ser a primeira mulher chinesa do século XX considerada líder cientifica: é chamada de “Madame Curie da China”, “Primeira Dama de Física” o “Madame Wu”.

Chien Shiung Wu morreu em 1997, aos 84 anos de idade, em sua casa em Manhattan, Nova York.

Traduzido do Mujeres que Hacen la Historia

12:22 Mulheres na ciência



Nascida em Shangai em 1912. Física chinesa, cientista e especialista em radioatividade.

Seus pais, professores de idéias progressistas sobre a educação das mulheres incentivaram a sua filha a estudar em um colégio interno de Suzhou, no qual se graduou como professora, sendo a primeira da classe.



Em 1930 Chien ingressou na Universidade Central de Nanjing, na qual envolveu-se ativamente do movimento estudantil. Depois de sua graduação de Física em 1934, foi docente em uma Universidade de província, enquanto continuou sua investigação em Cristalografia de raios X na Academia de Ciências de Shangai.

Em 1936 partiu para o Estados Unidos para continuar os seus estudos; Em breve integrou a equipe de investigação do Laboratório de Radiação da Universidade da California. Nesta universidade doutorou-se em 1940.

Na universidade de Princeton, Nova Jersey, foi a primeira mulher docente de Física. Durante a Segunda Guerra Mundial, em 1944 trabalhou como física nuclear, junto com eminentes cientistas, no projeto Manhattan, investigando a separação dos isótopos (átomos) de urânio, que são radioativos. A partir de 1946 foi Cientista Associada na Universidade dee Columbia, Nova York e, anos depois, Professora Associada nessa Universidade.

Chien continuou sua minuciosa investigação sobre a desintegração dos átomos; Até esse momento, os experimentos científicos de outros cientistas somente haviam podido encontrar elétrons de baixo movimento. Com grande empenho e capacidade profissional, ela comprovou que os elétrons se moviam a uma grande velocidade, atravessando laminas de espessura uniforme. Suas evidencias empíricas trouxeram-lhe grande prestigio, destacando-se a exatidão dos detalhes fornecidos. Escreveu um livro sobre sua investigação: A desintegração beta, publicado em 1965.

Em 1958 foi promovida a Professora Titular de Física na Universidade de Columbia. Com suas investigações aplicou a medicina seu trabalho em física nuclear: mediante a novas técnicas, desenvolveu um método para estudar as mudanças moleculares da hemoglobina associada a anemia das células.

Em 1972 Chien Shiung Wu foi Catedrática de Física da Universidade de Columbia, combinando a docencia com a investigação até a sua jubilação em 1981. Durante 37 anos consecutivos esteve trabalhando como uma destacada cientista, lutando contra os preconceitos de gênero, que minimizou a importância das conquistas das mulheres dedicadas a ciência.

Por sua contribuição a ciência, Chien recebeu numerosos prêmios e Doutorados Honoris Causa, entre eles, os da Universidade de Yale, Harvard e Princeton, sendo este ultimo, o primeiro premio concedido a uma mulher. Foi membro da Academia de Ciências da China e Estados Unidos e a primeira mulher presidente da Sociedade Americana de Física em 1975. Recebeu a Medalha Nacional de Ciências dos Estados Unidos.

Um asteróide desde 1990 leva o seu nome em sua homenagem. Em seu país natal é muito reconhecida por suas conquistas cientificas, e por ser a primeira mulher chinesa do século XX considerada líder cientifica: é chamada de “Madame Curie da China”, “Primeira Dama de Física” o “Madame Wu”.

Chien Shiung Wu morreu em 1997, aos 84 anos de idade, em sua casa em Manhattan, Nova York.

Traduzido do Mujeres que Hacen la Historia





Bióloga, física e química germânica nascida em Magdeburgo, pesquisadora do Max-Planck-Institut für Entwicklungsbiologie, Tübingen, Alemanha, co-vencedora do Prêmio Nobel de Fisiologia e Medicina (1995), juntamente com os biólogos estadunidenses Edward Bok Lewis e Eric Francis Wieschaus, por demonstrarem que todas as faculdades das células são formadas em última instância por seu fator hereditário, descoberta importante para compreender o desenvolvimento dos embriões. 



Diplomada em biologia, física e química (1962-1964) pela Johann-Wolfgang-Goethe-Universität, Frankfurt/Main, Germany, com mestrado em bioquímica (1964-1968) pela Eberhard-Karls-Universität, Tübingen, e Ph.D (1969-1973) em biologia genética, no Max-Planck-Institut für Virusforschung, orientada pelo Dr Heinz Schaller.


Foi chefe de um grupo de pesquisas no European Molecular Biology Laboratory (EMBL), Heidelberg (1978-1980), e no Friedrich-Miescher-Laboratorium der Max-Planck-Gesellschaft, Tübingen (1981-1985), e tornou-se cientista membro do Max-Planck-Society (1985) e diretora da divisão de genética do Max-Planck-Institut für Entwicklungsbiologie (Developmental Biology), Tübingen (1985).

Já recebeu muitas honrarias na Alemanha e exterior entre elas Brooks Lecturer, Harvard Medical School (1988), o Mattia Award, Roche Institute, New Jersey (1990), Dr h.c. Utrecht University, Dr h.c. Princeton University (1991), Dr h.c. Universität Freiburg , Dr h.c. Harvard University (1993), e muitas medalhas e prêmios em Genebra, Leverkusen, Londres, Würtzburg, Berlim, Bertner Award, Anderson, Houston, Texas, Indiana, etc.

Fonte: DEC da UFCG
12:19 Mulheres na ciência




Bióloga, física e química germânica nascida em Magdeburgo, pesquisadora do Max-Planck-Institut für Entwicklungsbiologie, Tübingen, Alemanha, co-vencedora do Prêmio Nobel de Fisiologia e Medicina (1995), juntamente com os biólogos estadunidenses Edward Bok Lewis e Eric Francis Wieschaus, por demonstrarem que todas as faculdades das células são formadas em última instância por seu fator hereditário, descoberta importante para compreender o desenvolvimento dos embriões. 



Diplomada em biologia, física e química (1962-1964) pela Johann-Wolfgang-Goethe-Universität, Frankfurt/Main, Germany, com mestrado em bioquímica (1964-1968) pela Eberhard-Karls-Universität, Tübingen, e Ph.D (1969-1973) em biologia genética, no Max-Planck-Institut für Virusforschung, orientada pelo Dr Heinz Schaller.


Foi chefe de um grupo de pesquisas no European Molecular Biology Laboratory (EMBL), Heidelberg (1978-1980), e no Friedrich-Miescher-Laboratorium der Max-Planck-Gesellschaft, Tübingen (1981-1985), e tornou-se cientista membro do Max-Planck-Society (1985) e diretora da divisão de genética do Max-Planck-Institut für Entwicklungsbiologie (Developmental Biology), Tübingen (1985).

Já recebeu muitas honrarias na Alemanha e exterior entre elas Brooks Lecturer, Harvard Medical School (1988), o Mattia Award, Roche Institute, New Jersey (1990), Dr h.c. Utrecht University, Dr h.c. Princeton University (1991), Dr h.c. Universität Freiburg , Dr h.c. Harvard University (1993), e muitas medalhas e prêmios em Genebra, Leverkusen, Londres, Würtzburg, Berlim, Bertner Award, Anderson, Houston, Texas, Indiana, etc.

Fonte: DEC da UFCG


Química egípcia, pioneira da cristalografia, nascida no Cairo e naturalizada britânica, mundialmente famosa por seus trabalhos sobre a estrutura das macromoléculas com o uso da difração do raio-X. 


Formada no Somerville College, University of Oxford, tornou-se especialista no uso de raios-X e radiação atômica do cobalto, no estudo das estruturas moleculares. 

Filha dos educadores John Winter Crowfoot e Grace Mary Crowfoot que moravam no Cairo, estudou cristalografia em Oxford e Somerville College (1928-1932).Tornou-se tutora em química (1934) no Somerville College e casou (1937) com Thomas Hodgkin, professor e escritor. 

Trabalhou na análise estrutural da penicilina (1942-1949) e tornou-se fellow da Royal Society (1947). Sua equipe realizou a primeira fotografia de uma vitamina (1948) e isolou a vitamina B12 a partir do extrato de fígado (1955).

Professora pesquisadora da Royal Society, na Oxford University (1960-1977). 

Ganhou o Prêmio Nobel de Química (1964) pela determinação da estrutura de compostos da vitamina B12, necessários ao combate de anemia perniciosa. Membro da Order of Merit (1965), trabalhou nos anos 60, na África, na Universidade de Gana, onde seu marido dirigiu o Instituto de estudos africanos.

Foi nomeada chancellor da Bristol University (1970) e honorary fellow (1988). Também foi fellow do Wolfson College, Oxford (1977-1983) e morreu em Ilmington, England, em 29 de julho.

Fonte: DEC da UFCG
12:17 Mulheres na ciência


Química egípcia, pioneira da cristalografia, nascida no Cairo e naturalizada britânica, mundialmente famosa por seus trabalhos sobre a estrutura das macromoléculas com o uso da difração do raio-X. 


Formada no Somerville College, University of Oxford, tornou-se especialista no uso de raios-X e radiação atômica do cobalto, no estudo das estruturas moleculares. 

Filha dos educadores John Winter Crowfoot e Grace Mary Crowfoot que moravam no Cairo, estudou cristalografia em Oxford e Somerville College (1928-1932).Tornou-se tutora em química (1934) no Somerville College e casou (1937) com Thomas Hodgkin, professor e escritor. 

Trabalhou na análise estrutural da penicilina (1942-1949) e tornou-se fellow da Royal Society (1947). Sua equipe realizou a primeira fotografia de uma vitamina (1948) e isolou a vitamina B12 a partir do extrato de fígado (1955).

Professora pesquisadora da Royal Society, na Oxford University (1960-1977). 

Ganhou o Prêmio Nobel de Química (1964) pela determinação da estrutura de compostos da vitamina B12, necessários ao combate de anemia perniciosa. Membro da Order of Merit (1965), trabalhou nos anos 60, na África, na Universidade de Gana, onde seu marido dirigiu o Instituto de estudos africanos.

Foi nomeada chancellor da Bristol University (1970) e honorary fellow (1988). Também foi fellow do Wolfson College, Oxford (1977-1983) e morreu em Ilmington, England, em 29 de julho.

Fonte: DEC da UFCG


Primeira mulher cientista da história, nascida em Alexandria, que mesmo já entrando em sua fase de declínio, a cidade era famosa por seu Museu e por sua Biblioteca, que reuniam as mais importantes obras científicas daquela época, a primeira mulher a nos chegar registro de ter trabalhado e escrito sobre matemática, cujo estúpido episódio de sua morte é considerado como marco do fim de Alexandria como centro de ciências, porém esta brilhante mulher é hoje mais lembrada por seu martírio que pelos seus dotes intelectuais. 


Filha do também alexandrino, famoso filósofo, matemático e autor Teon de Alexandria, foi criada em meio as efervescência de idéias científicas e, incentivada pelo pai, estudou matemática e astronomia na Academia de Alexandria, onde se tornou professora.

Estudou Platão, Aristóteles e outros filósofos importantes, tornando-se ela mesma uma deles e viajou pela Grécia e Itália, impressionando por sua inteligência, ganhando fama por todo o Mediterrâneo. Destacando-se por sua beleza, eloqüência e cultura, aos 30 anos tornou-se diretora da Academia.

Escreveu comentários sobre trabalhos matemáticos conhecidos e produziu textos específicos sobre a Aritmética de Diofante e As Secções Cônicas de Apolônio e sobre o Almagesto. Ela também inventou alguns aparelhos mecânicos e escreveu uma tábua de Astronomia. Como inventora desenvolveu, por exemplo, um instrumento para determinação do peso específico dos líquidos, um hidrômetro, e um astrolábio para uso em astronomia e navegação.

Ministrou aulas no Museu de Alexandria e eram muitos os que vinham de longe e se encantavam com os seus ensinamentos. Seu trabalho ficou conhecido através de sua correspondência como filósofo Sinésio de Cirene, seu aluno mais célebre.

Seu prestígio suscitaram a inveja de seus opositores e por causa de suas idéias científico-pagãs, como por exemplo a de que o Universo seria regido por leis matemáticas, foi considerada uma herética pelos chefes cristãos da cidade. A admiração e proteção do político romano e prefeito de Alexandria, Orestes, acirrou ainda mais o ódio do bispo Cirilo, que dividia o poder político e religioso de Alexandria. Quando o bispo Cirilo tornou-se patriarca de Alexandria, iniciou uma perseguição sistemática aos judeus e seguidores de Platão. Ela foi acusada de aconselhar Orestes a não se reconciliar com o patriarcado e isto foi o suficiente para incitar a fúria de uma turba de cristãos fanáticos. Perseguida foi retirada de sua casa, arrastada para dentro de uma igreja, cruelmente torturada até a morte e ainda teve seu corpo esquartejado e queimado em pedaços que se espalharam pelas ruas.

Com sua trágica morte terminou a gloriosa fase da matemática alexandrina e de toda matemática grega e a matemática na Europa Ocidental entraria em estagnação, onde nada mais seria produzido por um período mil anos e por cerca doze séculos nenhum nome de mulher matemática foi registrado.

Fonte: DEC da UFCG
12:16 Mulheres na ciência


Primeira mulher cientista da história, nascida em Alexandria, que mesmo já entrando em sua fase de declínio, a cidade era famosa por seu Museu e por sua Biblioteca, que reuniam as mais importantes obras científicas daquela época, a primeira mulher a nos chegar registro de ter trabalhado e escrito sobre matemática, cujo estúpido episódio de sua morte é considerado como marco do fim de Alexandria como centro de ciências, porém esta brilhante mulher é hoje mais lembrada por seu martírio que pelos seus dotes intelectuais. 


Filha do também alexandrino, famoso filósofo, matemático e autor Teon de Alexandria, foi criada em meio as efervescência de idéias científicas e, incentivada pelo pai, estudou matemática e astronomia na Academia de Alexandria, onde se tornou professora.

Estudou Platão, Aristóteles e outros filósofos importantes, tornando-se ela mesma uma deles e viajou pela Grécia e Itália, impressionando por sua inteligência, ganhando fama por todo o Mediterrâneo. Destacando-se por sua beleza, eloqüência e cultura, aos 30 anos tornou-se diretora da Academia.

Escreveu comentários sobre trabalhos matemáticos conhecidos e produziu textos específicos sobre a Aritmética de Diofante e As Secções Cônicas de Apolônio e sobre o Almagesto. Ela também inventou alguns aparelhos mecânicos e escreveu uma tábua de Astronomia. Como inventora desenvolveu, por exemplo, um instrumento para determinação do peso específico dos líquidos, um hidrômetro, e um astrolábio para uso em astronomia e navegação.

Ministrou aulas no Museu de Alexandria e eram muitos os que vinham de longe e se encantavam com os seus ensinamentos. Seu trabalho ficou conhecido através de sua correspondência como filósofo Sinésio de Cirene, seu aluno mais célebre.

Seu prestígio suscitaram a inveja de seus opositores e por causa de suas idéias científico-pagãs, como por exemplo a de que o Universo seria regido por leis matemáticas, foi considerada uma herética pelos chefes cristãos da cidade. A admiração e proteção do político romano e prefeito de Alexandria, Orestes, acirrou ainda mais o ódio do bispo Cirilo, que dividia o poder político e religioso de Alexandria. Quando o bispo Cirilo tornou-se patriarca de Alexandria, iniciou uma perseguição sistemática aos judeus e seguidores de Platão. Ela foi acusada de aconselhar Orestes a não se reconciliar com o patriarcado e isto foi o suficiente para incitar a fúria de uma turba de cristãos fanáticos. Perseguida foi retirada de sua casa, arrastada para dentro de uma igreja, cruelmente torturada até a morte e ainda teve seu corpo esquartejado e queimado em pedaços que se espalharam pelas ruas.

Com sua trágica morte terminou a gloriosa fase da matemática alexandrina e de toda matemática grega e a matemática na Europa Ocidental entraria em estagnação, onde nada mais seria produzido por um período mil anos e por cerca doze séculos nenhum nome de mulher matemática foi registrado.

Fonte: DEC da UFCG


Dama da nobreza francesa nascida em Hôtel de Breteuil, Paris, uma das primeiras pessoas que explicou o cálculo de Newton e o de Leibniz e sempre debateu sobre a comparação entre a filosofía natural newtoniana e o covitalismo de Lebniz.


Descendente de uma ilustre, nobre e rica família francesa, era filha do Barão De Breteuil, então Introdutor de Embaxadores da corte do rei Luis XIV de França, em Versailles. 


Muito inteligente, recebeu excelente educação por parte de seus preceptores e tutores no castelo de Breteuil, e sempre demonstrou grande facilidade em aprender línguas, ciências e matemática. Aos doze anos lia, falava e escrevia fluentemente alemão, latim e grego e passava a maior parte de seu tempo trancada em seus aposentos, estudando. Também possuía talento artístico e adorava dançar, tocar clavicórdio e cantar árias de ópera, fazia teatro e, nas horas vagas, praticava equitação. 



Aos 19 anos, casou-se por conveniencia com o Marquês Florent-Claude Du Châtelet-Lomont, nobre cavaleiro e oficial do Exército de Sua Cristianísima Majestade. Após três filhos o casamento foi desfeito em comum acordo, pis ela não se adaptou a vida militar do marido, arredia aos salões da vida na corte de Versailles. Aos 24 aoos teve por amante Louis François Armand de Vignerot Du Plessis, 3er duque de Richelieu (1696-1788) por cerca de um ano e meio e com quem aprofundou seus conhecimentos em literatura e filosofía. 


Em seguida começou a estudar geometria com o matemático, astrônomo e físico da Academia de Ciencias, Moreau de Maupertuis, um ardente defensor das teorias de Newton. Conheceu Voltaire (1733), dez anos mais velho que ela, com quem manteria um longo romance e realizaria um grande número de experimentos. Ele a aproximou do Duque de Richelieu e viabilizou sua introdução nos meios científicos e do governo.

Participou (1737) de um concurso da Academia das Ciencias de França, para o melhor ensaio sobre a natureza do fogo. Fez uma revisão da teoria gravitacional de Newton que publicou no Journal des Savants um ano mais tarde. 

Escreveu um texto de física em francês, intitulado Institucións de Física, publicado de forma anónima (1740). Grávida de um de seus amantes, Jean-François, Marquês de Saint-Lambert (1716-1803), iniciou (1745) uma tradução comentada do Principia de Newton, porém só publicada postumamente dez anos depois (1759). Como prevendo uma fatalidade, termina a tradução pouco antes de dar a luz a uma filha no Palacio Ducal de Lunéville. Faleceu poucos dias depois de problemas pós parto e o rei polonês Estanislao I ordenou que se fizessem funerais nacionais em sua honra, e foi sepultada na catedral de Lunéville. Para completar o seu trágico romance de menos de dois anos com o capitão Saint-Lambert, a criança também não sobreviveu.

Fonte: DEC da UFCG
12:14 Mulheres na ciência


Dama da nobreza francesa nascida em Hôtel de Breteuil, Paris, uma das primeiras pessoas que explicou o cálculo de Newton e o de Leibniz e sempre debateu sobre a comparação entre a filosofía natural newtoniana e o covitalismo de Lebniz.


Descendente de uma ilustre, nobre e rica família francesa, era filha do Barão De Breteuil, então Introdutor de Embaxadores da corte do rei Luis XIV de França, em Versailles. 


Muito inteligente, recebeu excelente educação por parte de seus preceptores e tutores no castelo de Breteuil, e sempre demonstrou grande facilidade em aprender línguas, ciências e matemática. Aos doze anos lia, falava e escrevia fluentemente alemão, latim e grego e passava a maior parte de seu tempo trancada em seus aposentos, estudando. Também possuía talento artístico e adorava dançar, tocar clavicórdio e cantar árias de ópera, fazia teatro e, nas horas vagas, praticava equitação. 



Aos 19 anos, casou-se por conveniencia com o Marquês Florent-Claude Du Châtelet-Lomont, nobre cavaleiro e oficial do Exército de Sua Cristianísima Majestade. Após três filhos o casamento foi desfeito em comum acordo, pis ela não se adaptou a vida militar do marido, arredia aos salões da vida na corte de Versailles. Aos 24 aoos teve por amante Louis François Armand de Vignerot Du Plessis, 3er duque de Richelieu (1696-1788) por cerca de um ano e meio e com quem aprofundou seus conhecimentos em literatura e filosofía. 


Em seguida começou a estudar geometria com o matemático, astrônomo e físico da Academia de Ciencias, Moreau de Maupertuis, um ardente defensor das teorias de Newton. Conheceu Voltaire (1733), dez anos mais velho que ela, com quem manteria um longo romance e realizaria um grande número de experimentos. Ele a aproximou do Duque de Richelieu e viabilizou sua introdução nos meios científicos e do governo.

Participou (1737) de um concurso da Academia das Ciencias de França, para o melhor ensaio sobre a natureza do fogo. Fez uma revisão da teoria gravitacional de Newton que publicou no Journal des Savants um ano mais tarde. 

Escreveu um texto de física em francês, intitulado Institucións de Física, publicado de forma anónima (1740). Grávida de um de seus amantes, Jean-François, Marquês de Saint-Lambert (1716-1803), iniciou (1745) uma tradução comentada do Principia de Newton, porém só publicada postumamente dez anos depois (1759). Como prevendo uma fatalidade, termina a tradução pouco antes de dar a luz a uma filha no Palacio Ducal de Lunéville. Faleceu poucos dias depois de problemas pós parto e o rei polonês Estanislao I ordenou que se fizessem funerais nacionais em sua honra, e foi sepultada na catedral de Lunéville. Para completar o seu trágico romance de menos de dois anos com o capitão Saint-Lambert, a criança também não sobreviveu.

Fonte: DEC da UFCG


Física francesa nascida em Paris, primeira filha do casal Curie, no segundo ano de casamento, considerada juntamente com seu esposo, o também físico francês Jean-Frédéric Joliot-Curie, os descobridores da radioatividade artificial e por isso ganhadores do Prêmio Nobel de Química (1935). 


Filha dos famosos cientistas Pierre e Marie Curie, estudou na Sorbonne e foi enfermeira na Primeira Guerra Mundial. Começou a trabalhar com sua mãe, Marie Curie, no Instituto do Rádio (1918), publicou seu primeiro artigo científico (1921) e formou-se (1925), ao defender tese sobre os raios alfa do polônio.

Pesquisadora contratada do Laboratório Curie (1921-1935), da Universidade de Paris e do Instituto do Rádio (1937-1956).

Nomeada subsecretária de estado para pesquisas científicas (1936) no governo de Léon Blum, passou a lecionar na Sorbonne (1937). Durante a guerra decidiu concentrar-se apenas no seu trabalho científico, que continuou mesmo durante a ocupação da França na Segunda Guerra Mundial. Desempenhou um papel importante na resistência francesa contra a ocupação nazista durante a segunda guerra mundial, na ocultação do princípio dos reatores nucleares, na proteção de cientistas e na produção de explosivos para a resistência, embora no final tivesse que fugir para a Suíça (1944).

Integrante da Comissão de Energia Atômica, o Comitê Nacional da União de Mulheres Francesas e o Conselho Mundial da Paz, tornou-se diretora do Institut du Radium (1946) e foi nomeada com o marido para integrar à Comissão de Energia Nuclear da França (1946), mas depois da guerra ambos foram dispensados por questões político-ideológicas (1950). 

Provavelmente vítima de anos de exposição à radioatividade, morreu de leucemia em Paris a 17 de Março (1956)

Fonte: DEC da UFCG
12:12 Mulheres na ciência


Física francesa nascida em Paris, primeira filha do casal Curie, no segundo ano de casamento, considerada juntamente com seu esposo, o também físico francês Jean-Frédéric Joliot-Curie, os descobridores da radioatividade artificial e por isso ganhadores do Prêmio Nobel de Química (1935). 


Filha dos famosos cientistas Pierre e Marie Curie, estudou na Sorbonne e foi enfermeira na Primeira Guerra Mundial. Começou a trabalhar com sua mãe, Marie Curie, no Instituto do Rádio (1918), publicou seu primeiro artigo científico (1921) e formou-se (1925), ao defender tese sobre os raios alfa do polônio.

Pesquisadora contratada do Laboratório Curie (1921-1935), da Universidade de Paris e do Instituto do Rádio (1937-1956).

Nomeada subsecretária de estado para pesquisas científicas (1936) no governo de Léon Blum, passou a lecionar na Sorbonne (1937). Durante a guerra decidiu concentrar-se apenas no seu trabalho científico, que continuou mesmo durante a ocupação da França na Segunda Guerra Mundial. Desempenhou um papel importante na resistência francesa contra a ocupação nazista durante a segunda guerra mundial, na ocultação do princípio dos reatores nucleares, na proteção de cientistas e na produção de explosivos para a resistência, embora no final tivesse que fugir para a Suíça (1944).

Integrante da Comissão de Energia Atômica, o Comitê Nacional da União de Mulheres Francesas e o Conselho Mundial da Paz, tornou-se diretora do Institut du Radium (1946) e foi nomeada com o marido para integrar à Comissão de Energia Nuclear da França (1946), mas depois da guerra ambos foram dispensados por questões político-ideológicas (1950). 

Provavelmente vítima de anos de exposição à radioatividade, morreu de leucemia em Paris a 17 de Março (1956)

Fonte: DEC da UFCG


Graças a esta mulher determinada, o Brasil é hoje o segundo maior produtor de soja do mundo e isto sem fazer uso de qualquer aditivo químico. Foram as descobertas da Drª Johanna que permitiram a fixação de nitrogênio por bactérias na plantação de soja. Com isso, o Brasil deixa de importar, por ano, o equivalente a mais de dois bilhões de dólares em adubos nitrogenados. Seus estudos com a fixação de nitrogênio por bactérias também foram a chave para a criação do PROALCOOL, reforço inestimável para a desenvolvimento de um combustível menos poluente e menos agressor do meio ambiente.

Nascida em 1924 na cidade de Aussing, Alemanha, Johanna Dobereiner viveu em Praga, Tchecoslováquia, até a Segunda Guerra Mundial, quando deixou o país como refugiada. Durante três anos, primeiro na ex-Alemanha Oriental e depois na ex-Ocidental, trabalhou no campo, adquirindo seus primeiros conhecimentos em agricultura.


Em 1950, graduou-se pela Faculdade de Agricultura da Universidade de Munique, emigrando em seguida para o Brasil. Logo ingressou no Ministério da Agricultura, para trabalhar como pesquisadora em Microbiologia de Solo.

Brasileira naturalizada, ela desde que chegou ao país viveu em Seropédica, a 47 quilômetros do Rio. Lá, trabalhou no Centro Nacional de Pesquisas em Agrobiologia da EMBRAPA, a Empresa Brasileira de Pesquisas Agropecuárias, até sua morte.

O orientador de seus primeiros trabalhos foi Álvaro Fagundes, responsável por seu aprendizado das técnicas básicas da especialidade.

A partir do final da década de 50, publicou uma série de trabalhos sobre o enriquecimento seletivo de bactérias fixadoras de nitrogênio em plantações de cana-de-açúcar, e descreveu uma nova bactéria fixadora de nitrogênio, a Beijerinckia fluminensis. O grupo que dirigiu na Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro iniciou, em 1963, um extenso programa de pesquisas sobre vários aspectos da fixação biológica do nitrogênio por plantas cultivadas, acumulando dados e resultados que indicam a superioridade desses recursos naturais sobre a utilização de fertilizantes minerais.

Obteve grau de Mestre pela Universidade de Wisconsin, EUA, em 1963, e nos dois anos seguintes fez cursos sobre Microbiologia do Solo na Universidade da Flórida e em Santiago do Chile. Por ocasião da introdução do cultivo da soja no Brasil, no início da década de 60, tomou posição em favor do aproveitamento das associações entre a planta e bactérias fixadoras de nitrogênio, opondo-se à utilização obrigatória de adubos nitrogenados. A adoção desta linha de pensamento resultou, ao longo dos anos seguintes, numa considerável economia de divisas para o país.

Em 1974, descreveu a ocorrência de uma associação entre bactérias do gênero Spirillum (mais tarde reclassificadas como Azospirillum) e gramíneas. As possibilidades abertas pelo achado em relação à atividade agrícola do terceiro mundo motivaram a criação do Programa de Cooperação Internacional em Fixação de Nitrogênio nos Trópicos, sob sua coordenação. 

Seus trabalhos no campo da microbiologia do solo tiveram reconhecimento internacional, tanto assim que em 1997 ela foi indicada para o Prêmio Nobel. Membro titular da Academia Brasileira de Ciências e da Academia Pontifícia de Ciências, do Vaticano; a pesquisadora recebeu diversos prêmios ao longo de sua carreira.

Fonte: FAPERJ
12:11 Mulheres na ciência


Graças a esta mulher determinada, o Brasil é hoje o segundo maior produtor de soja do mundo e isto sem fazer uso de qualquer aditivo químico. Foram as descobertas da Drª Johanna que permitiram a fixação de nitrogênio por bactérias na plantação de soja. Com isso, o Brasil deixa de importar, por ano, o equivalente a mais de dois bilhões de dólares em adubos nitrogenados. Seus estudos com a fixação de nitrogênio por bactérias também foram a chave para a criação do PROALCOOL, reforço inestimável para a desenvolvimento de um combustível menos poluente e menos agressor do meio ambiente.

Nascida em 1924 na cidade de Aussing, Alemanha, Johanna Dobereiner viveu em Praga, Tchecoslováquia, até a Segunda Guerra Mundial, quando deixou o país como refugiada. Durante três anos, primeiro na ex-Alemanha Oriental e depois na ex-Ocidental, trabalhou no campo, adquirindo seus primeiros conhecimentos em agricultura.


Em 1950, graduou-se pela Faculdade de Agricultura da Universidade de Munique, emigrando em seguida para o Brasil. Logo ingressou no Ministério da Agricultura, para trabalhar como pesquisadora em Microbiologia de Solo.

Brasileira naturalizada, ela desde que chegou ao país viveu em Seropédica, a 47 quilômetros do Rio. Lá, trabalhou no Centro Nacional de Pesquisas em Agrobiologia da EMBRAPA, a Empresa Brasileira de Pesquisas Agropecuárias, até sua morte.

O orientador de seus primeiros trabalhos foi Álvaro Fagundes, responsável por seu aprendizado das técnicas básicas da especialidade.

A partir do final da década de 50, publicou uma série de trabalhos sobre o enriquecimento seletivo de bactérias fixadoras de nitrogênio em plantações de cana-de-açúcar, e descreveu uma nova bactéria fixadora de nitrogênio, a Beijerinckia fluminensis. O grupo que dirigiu na Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro iniciou, em 1963, um extenso programa de pesquisas sobre vários aspectos da fixação biológica do nitrogênio por plantas cultivadas, acumulando dados e resultados que indicam a superioridade desses recursos naturais sobre a utilização de fertilizantes minerais.

Obteve grau de Mestre pela Universidade de Wisconsin, EUA, em 1963, e nos dois anos seguintes fez cursos sobre Microbiologia do Solo na Universidade da Flórida e em Santiago do Chile. Por ocasião da introdução do cultivo da soja no Brasil, no início da década de 60, tomou posição em favor do aproveitamento das associações entre a planta e bactérias fixadoras de nitrogênio, opondo-se à utilização obrigatória de adubos nitrogenados. A adoção desta linha de pensamento resultou, ao longo dos anos seguintes, numa considerável economia de divisas para o país.

Em 1974, descreveu a ocorrência de uma associação entre bactérias do gênero Spirillum (mais tarde reclassificadas como Azospirillum) e gramíneas. As possibilidades abertas pelo achado em relação à atividade agrícola do terceiro mundo motivaram a criação do Programa de Cooperação Internacional em Fixação de Nitrogênio nos Trópicos, sob sua coordenação. 

Seus trabalhos no campo da microbiologia do solo tiveram reconhecimento internacional, tanto assim que em 1997 ela foi indicada para o Prêmio Nobel. Membro titular da Academia Brasileira de Ciências e da Academia Pontifícia de Ciências, do Vaticano; a pesquisadora recebeu diversos prêmios ao longo de sua carreira.

Fonte: FAPERJ


Virologista francesa, ganhadora do nobel em 2008, Françoise Barré-Sinoussi nasceu a 30 de julho de 1947, em Paris e é diretora da Unidade de Regulação das Infeções Retrovirais, no Departamento de Virologia do Instituto Pasteur, em Paris. 


O seu percurso académico foi feito na Universidade das Ciências de Paris, em 1968 (Bioquímica), no Instituto Pasteur e na Universidade das Ciências de Paris, entre 1972 e 1975 (doutoramento em Virologia) e na Fundação de Ciência Nacional, NIH-NCI, em Bethesda, nos Estados Unidos, entre 1975 e 1976 (pós-doutoramento em Retrovirologia). Desde 1975 que Barré-Sinoussi trabalha no Instituto Pasteur, tendo começado como investigadora assistente, passando depois a professora assistente e, finalmente, a diretora de investigação. Em 1986 teve a seu cargo o Laboratório de Biologia Retroviral (que entretanto passou a designar-se por Unidade de Regulação das Infeções Retrovirais), uma vez que a sua área de investigação incidia sobre um grupo particular de vírus – os retrovírus. 

Em 1983, Barré-Sinoussi fez parte de um grupo de investigadores liderado por Luc Montaigner, grupo ao qual foi pedido que descobrisse a causa de uma nova síndroma denominada SIDA. Foi feita uma análise de um nódulo linfático de um dos pacientes infetados e o conhecimento de Barré-Sinoussi na área de investigação retroviral foi fundamental para a descoberta do retrovírus VIH (Vírus da Imunodeficiência Humana) e o seu reconhecimento como causador de SIDA, em 1983.

Em 1988, a virologista iniciou uma série de programas de investigação relacionados com o vírus VIH e, até 1998, esteve também envolvida em programas de tentativa de desenvolvimento de vacinas, usando primatas. A sua equipa de investigação está a focar o seu trabalho em aspetos específicos como a tentativa de regulação da infeção por VIH, mais propriamente no estudo da transmissão do vírus de mãe para filho e na importância das defesas inatas do indivíduo no controlo do vírus. 

Barré-Sinoussi é autora e coautora de mais de 200 publicações científicas e recebeu diversos prémios e condecorações pelo seu notável trabalho, como o Award of the French Academy of Medicine, o King Faisal International Prize of Medicinel, o Prize Medicine and Research of the Institute of Sciences of the Health, o Emeritus Award of the International AIDS Society ou o ARRI Award in Biomedical Sciences. A virologista tem colaborado imenso com diversas sociedades científicas e com organizações ligadas à SIDA, como a National Agency for AIDS Research.

Em 2008, Françoise Barré-Sinoussi foi distinguida com o Prémio Nobel da Medicina (que dividiu com o compatriota Luc Montaigner e com o alemão Harald zur Hausen) pela contribuição para a descoberta do VIH, fundamental para compreender o desenvolvimento da SIDA e desenvolver tratamentos retrovirais.

Fonte: Infopédia
12:09 Mulheres na ciência


Virologista francesa, ganhadora do nobel em 2008, Françoise Barré-Sinoussi nasceu a 30 de julho de 1947, em Paris e é diretora da Unidade de Regulação das Infeções Retrovirais, no Departamento de Virologia do Instituto Pasteur, em Paris. 


O seu percurso académico foi feito na Universidade das Ciências de Paris, em 1968 (Bioquímica), no Instituto Pasteur e na Universidade das Ciências de Paris, entre 1972 e 1975 (doutoramento em Virologia) e na Fundação de Ciência Nacional, NIH-NCI, em Bethesda, nos Estados Unidos, entre 1975 e 1976 (pós-doutoramento em Retrovirologia). Desde 1975 que Barré-Sinoussi trabalha no Instituto Pasteur, tendo começado como investigadora assistente, passando depois a professora assistente e, finalmente, a diretora de investigação. Em 1986 teve a seu cargo o Laboratório de Biologia Retroviral (que entretanto passou a designar-se por Unidade de Regulação das Infeções Retrovirais), uma vez que a sua área de investigação incidia sobre um grupo particular de vírus – os retrovírus. 

Em 1983, Barré-Sinoussi fez parte de um grupo de investigadores liderado por Luc Montaigner, grupo ao qual foi pedido que descobrisse a causa de uma nova síndroma denominada SIDA. Foi feita uma análise de um nódulo linfático de um dos pacientes infetados e o conhecimento de Barré-Sinoussi na área de investigação retroviral foi fundamental para a descoberta do retrovírus VIH (Vírus da Imunodeficiência Humana) e o seu reconhecimento como causador de SIDA, em 1983.

Em 1988, a virologista iniciou uma série de programas de investigação relacionados com o vírus VIH e, até 1998, esteve também envolvida em programas de tentativa de desenvolvimento de vacinas, usando primatas. A sua equipa de investigação está a focar o seu trabalho em aspetos específicos como a tentativa de regulação da infeção por VIH, mais propriamente no estudo da transmissão do vírus de mãe para filho e na importância das defesas inatas do indivíduo no controlo do vírus. 

Barré-Sinoussi é autora e coautora de mais de 200 publicações científicas e recebeu diversos prémios e condecorações pelo seu notável trabalho, como o Award of the French Academy of Medicine, o King Faisal International Prize of Medicinel, o Prize Medicine and Research of the Institute of Sciences of the Health, o Emeritus Award of the International AIDS Society ou o ARRI Award in Biomedical Sciences. A virologista tem colaborado imenso com diversas sociedades científicas e com organizações ligadas à SIDA, como a National Agency for AIDS Research.

Em 2008, Françoise Barré-Sinoussi foi distinguida com o Prémio Nobel da Medicina (que dividiu com o compatriota Luc Montaigner e com o alemão Harald zur Hausen) pela contribuição para a descoberta do VIH, fundamental para compreender o desenvolvimento da SIDA e desenvolver tratamentos retrovirais.

Fonte: Infopédia


Nasceu em 1952, em Dehradun, capital do Estado de Uttarakhand, no norte da Índia. Cientista, filosofa e ativista do ecofeminismo.


Vandana estudou Física em sua cidade, logo partiu para o Canadá, onde se tornou uma mestre em Filosofia da Ciência e, em 1979, uma Phd em Física Quântica, na universidade de Ontário.

Ela criou em 1982 a Fundação para a investigação Científica, Tecnológica e Ecológica, na qual se impulsiona a agricultura ecológica e se estuda a biodiversidade.

Filosofa da ciência hindu, Vandana recebeu vários prêmios em reconhecimento a sua dedicação com a ecologia: Em 1993, o Premio Nobel Alternativo da Paz e o Global 500 do Programa das Nações Unidas para o meio ambiente e o premio internacional do Dia da Terra, também das Nações Unidas.

Escritora de vários artigos, ensaios e livros; Entre suas obras se destacam “A guerra da água: contaminação, privatização e negocio”, "Biopirataria: o saque da natureza e do conhecimento”, “Monoculturas da mente”. 

 Traduzido do Mujeres que hacen la historia
12:08 Mulheres na ciência


Nasceu em 1952, em Dehradun, capital do Estado de Uttarakhand, no norte da Índia. Cientista, filosofa e ativista do ecofeminismo.


Vandana estudou Física em sua cidade, logo partiu para o Canadá, onde se tornou uma mestre em Filosofia da Ciência e, em 1979, uma Phd em Física Quântica, na universidade de Ontário.

Ela criou em 1982 a Fundação para a investigação Científica, Tecnológica e Ecológica, na qual se impulsiona a agricultura ecológica e se estuda a biodiversidade.

Filosofa da ciência hindu, Vandana recebeu vários prêmios em reconhecimento a sua dedicação com a ecologia: Em 1993, o Premio Nobel Alternativo da Paz e o Global 500 do Programa das Nações Unidas para o meio ambiente e o premio internacional do Dia da Terra, também das Nações Unidas.

Escritora de vários artigos, ensaios e livros; Entre suas obras se destacam “A guerra da água: contaminação, privatização e negocio”, "Biopirataria: o saque da natureza e do conhecimento”, “Monoculturas da mente”. 

 Traduzido do Mujeres que hacen la historia



Nasceu no Rio de Janeiro em 1949. Física e investigadora brasileira. 

Em sua trajetória profissional Belita se dedica, com muito entusiasmo e decisão, a física dos materiais, estuda o comportamento dos elétrons nos diferentes materiais e as propriedades dos semicondutores para a fabricação de um computador quântico. Suas investigações tem grande repercussão em dois dos campos mais importantes da física atual: as nanociências e a física quântica. No âmbito da nanociência ela tem trabalhado com o comportamento eletrônico dos tubos de carbono. 

Belita Koiller concluiu em 1975 seu doutoramento em Física na Universidade da Califórnia - Berkeley, onde realizou pesquisa de tese sob a orientação de Leo Falicov.

Retornou ao Brasil imediatamente após a conclusão do doutoramento, iniciando sua carreira profissional como Professora Assistente do Departamento de Física da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC/RJ), onde havia concluído a graduação em Física em 1971. Em 1980 foi promovida a Professora Associada, e em 1992 foi nomeada Professora Titular. 

Ingressou em 1994, através de concurso público para a vaga de Professor Titular do Instituto de Física, na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), onde permanece até hoje. 

Com diversos colaboradores no país e no exterior, realizou mais de 100 trabalhos científicos publicados em revistas e livros especializados. Tanto na PUC/RJ quanto na UFRJ, vem exercendo atividades de ensino de graduação e pós-graduação, pesquisa, orientação de estudantes, administração acadêmica e diversas funções de apoio à comunidade. 

Na PUC/RJ, foi Diretora do Departamento de Física em 1983/1984 e Coordenadora Setorial de Pós-Graduação do Centro Técnico-Científico de 1986 a 1990. Participou do Comitê Assessor de Física e Astronomia do CNPq no biênio 1986/1987. 

Foi editora da Revista Brasileira de Física (atual Brazilian Journal of Physics) em 1990/1991. 

Foi eleita duas vezes, com mandatos de 1993 a 1997 e de 1999 a 2003, para o Conselho da Sociedade Brasileira de Física. Membro da Academia Brasileira de Ciências.

Foi nomeada pelo International Council of Scientific Unions - ICSU como membro de seu Committee on Capacity Building in Science, do qual participou no biênio 1994/1996.

Participou e coordenou vários eventos científicos nacionais e internacionais. Realizou e recebeu visitas científicas e mantém colaboração com grupos de pesquisa em diversas instituições nacionais internacionais, em particular a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade da Califórnia, a Universidade Johns Hopkins e a Universidade de Maryland. 

Condecorações

Comendador da Ordem Nacional do Mérito Científico - Presidente da República do Brasil - ago/2002
Grã-cruz - Ordem Nacional do Mérito Científico - dez/2010

Prêmios

Prêmio Unesco/L'Oréal para Mulheres na Ciência - UNESCO - mar/2005

Fonte: Academia Brasileira de Ciências e  traduzido do Mujeres que hacen la historia
12:06 Mulheres na ciência



Nasceu no Rio de Janeiro em 1949. Física e investigadora brasileira. 

Em sua trajetória profissional Belita se dedica, com muito entusiasmo e decisão, a física dos materiais, estuda o comportamento dos elétrons nos diferentes materiais e as propriedades dos semicondutores para a fabricação de um computador quântico. Suas investigações tem grande repercussão em dois dos campos mais importantes da física atual: as nanociências e a física quântica. No âmbito da nanociência ela tem trabalhado com o comportamento eletrônico dos tubos de carbono. 

Belita Koiller concluiu em 1975 seu doutoramento em Física na Universidade da Califórnia - Berkeley, onde realizou pesquisa de tese sob a orientação de Leo Falicov.

Retornou ao Brasil imediatamente após a conclusão do doutoramento, iniciando sua carreira profissional como Professora Assistente do Departamento de Física da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC/RJ), onde havia concluído a graduação em Física em 1971. Em 1980 foi promovida a Professora Associada, e em 1992 foi nomeada Professora Titular. 

Ingressou em 1994, através de concurso público para a vaga de Professor Titular do Instituto de Física, na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), onde permanece até hoje. 

Com diversos colaboradores no país e no exterior, realizou mais de 100 trabalhos científicos publicados em revistas e livros especializados. Tanto na PUC/RJ quanto na UFRJ, vem exercendo atividades de ensino de graduação e pós-graduação, pesquisa, orientação de estudantes, administração acadêmica e diversas funções de apoio à comunidade. 

Na PUC/RJ, foi Diretora do Departamento de Física em 1983/1984 e Coordenadora Setorial de Pós-Graduação do Centro Técnico-Científico de 1986 a 1990. Participou do Comitê Assessor de Física e Astronomia do CNPq no biênio 1986/1987. 

Foi editora da Revista Brasileira de Física (atual Brazilian Journal of Physics) em 1990/1991. 

Foi eleita duas vezes, com mandatos de 1993 a 1997 e de 1999 a 2003, para o Conselho da Sociedade Brasileira de Física. Membro da Academia Brasileira de Ciências.

Foi nomeada pelo International Council of Scientific Unions - ICSU como membro de seu Committee on Capacity Building in Science, do qual participou no biênio 1994/1996.

Participou e coordenou vários eventos científicos nacionais e internacionais. Realizou e recebeu visitas científicas e mantém colaboração com grupos de pesquisa em diversas instituições nacionais internacionais, em particular a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade da Califórnia, a Universidade Johns Hopkins e a Universidade de Maryland. 

Condecorações

Comendador da Ordem Nacional do Mérito Científico - Presidente da República do Brasil - ago/2002
Grã-cruz - Ordem Nacional do Mérito Científico - dez/2010

Prêmios

Prêmio Unesco/L'Oréal para Mulheres na Ciência - UNESCO - mar/2005

Fonte: Academia Brasileira de Ciências e  traduzido do Mujeres que hacen la historia


Médica pesquisadora estadunidense nascida no Bronx, New York City, pesquisadora em diabetes e uma das ganhadoras do Nobel de Fisiologia ou Medicina (1977), metade do prêmio, pela descoberta e desenvolvimento de uma técnica para determinação dos níveis de insulina e hormônios no corpo, o radioimunoensaio.


Filha de uma imigrante judia-alemã, Clara Zipper, e do estadunidense de Lower East Side of New York, Simon Sussman, e assim descendente de imigrantes do leste europeu, sempre viveu em New York e graduou-se em química e física (1941) pelo Hunter College. 

Aceitou o convite para ensinar física como professora assistente na University of Illinois, tornando-se a primeira mulher a ser aceita pelo College of Engineering. 

Recebeu seu Ph.D. em física nuclear (1945) pela University of Illinois. 

Voltou para o Hunter College onde ensinou física (1946-1950). Trabalhou na equipe do Bronx Veterans Administration Hospital (1950-1980) e foi professora na Mount Sinai School of Medicine, New York City, (1968-1979). Desenvolveu importantes avanços no tratamento da diabetes. 

Fonte: DEC da UFCG
12:04 Mulheres na ciência


Médica pesquisadora estadunidense nascida no Bronx, New York City, pesquisadora em diabetes e uma das ganhadoras do Nobel de Fisiologia ou Medicina (1977), metade do prêmio, pela descoberta e desenvolvimento de uma técnica para determinação dos níveis de insulina e hormônios no corpo, o radioimunoensaio.


Filha de uma imigrante judia-alemã, Clara Zipper, e do estadunidense de Lower East Side of New York, Simon Sussman, e assim descendente de imigrantes do leste europeu, sempre viveu em New York e graduou-se em química e física (1941) pelo Hunter College. 

Aceitou o convite para ensinar física como professora assistente na University of Illinois, tornando-se a primeira mulher a ser aceita pelo College of Engineering. 

Recebeu seu Ph.D. em física nuclear (1945) pela University of Illinois. 

Voltou para o Hunter College onde ensinou física (1946-1950). Trabalhou na equipe do Bronx Veterans Administration Hospital (1950-1980) e foi professora na Mount Sinai School of Medicine, New York City, (1968-1979). Desenvolveu importantes avanços no tratamento da diabetes. 

Fonte: DEC da UFCG


Cientista uruguaia, nascida em 1958, integrante da equipe que elaborou o mapa do genoma humano no ano 2000.



Estudou na Faculdade de Humanidades e Ciências obtendo sua licenciatura em oceanografia biológica em 1983. Trabalhou no Instituto de Investigações Biológicas Clemente Estable, e foi docente da Faculdade de Medicina. 


Viajou para os Estados Unidos em 1988, aonde trabalhou em diferentes laboratórios e desde 1993 está no National Human Genome Institute, em Washington.

Amalia é doutora em biologia citogenética, é diretora do Serviço Central de Citogenética e Microscopia do National Human. Este instituto utiliza ferramentas de citogentica molecular para localizar genes e sequencias de ADN nos cromossomos. A doutora colaborou para o conhecimento da função que atende cada gene e analisa a informação que surge da decodificação do genoma. O maior beneficio desta informação que surge da decodificação do genoma é que se poderá diagnosticar mais precocemente e de forma mais precisa as enfermidades genéticas e informar ao paciente de possíveis riscos de enfermidades hereditárias e assim melhorar os tratamentos para a cura.

Suas investigações levarão cerca de dez anos, e o projeto Genoma Humano desenvolvido pelo National Human Genome Institute, tem como objetivo disponibilizar para a comunidade cientifica as suas descobertas.

Existe outra empresa privada que também estuda o mapa do gema, a qual trabalha com métodos parecidos, porém com filosofias diferentes. A doutora Amalia Dutra declara que o genoma humano deve ser estudado para beneficio de todos e não para o lucro de poucos.


12:02 Mulheres na ciência


Cientista uruguaia, nascida em 1958, integrante da equipe que elaborou o mapa do genoma humano no ano 2000.



Estudou na Faculdade de Humanidades e Ciências obtendo sua licenciatura em oceanografia biológica em 1983. Trabalhou no Instituto de Investigações Biológicas Clemente Estable, e foi docente da Faculdade de Medicina. 


Viajou para os Estados Unidos em 1988, aonde trabalhou em diferentes laboratórios e desde 1993 está no National Human Genome Institute, em Washington.

Amalia é doutora em biologia citogenética, é diretora do Serviço Central de Citogenética e Microscopia do National Human. Este instituto utiliza ferramentas de citogentica molecular para localizar genes e sequencias de ADN nos cromossomos. A doutora colaborou para o conhecimento da função que atende cada gene e analisa a informação que surge da decodificação do genoma. O maior beneficio desta informação que surge da decodificação do genoma é que se poderá diagnosticar mais precocemente e de forma mais precisa as enfermidades genéticas e informar ao paciente de possíveis riscos de enfermidades hereditárias e assim melhorar os tratamentos para a cura.

Suas investigações levarão cerca de dez anos, e o projeto Genoma Humano desenvolvido pelo National Human Genome Institute, tem como objetivo disponibilizar para a comunidade cientifica as suas descobertas.

Existe outra empresa privada que também estuda o mapa do gema, a qual trabalha com métodos parecidos, porém com filosofias diferentes. A doutora Amalia Dutra declara que o genoma humano deve ser estudado para beneficio de todos e não para o lucro de poucos.




Bioquímica farmacóloga estadunidense nascido em New York City, pesquisadora do Wellcome Research Laboratories, pesquisadora Triangle Park, NC, especialista em tratamentos de leucemia e gota, co-vencedora do Prêmio Nobel de Fisiologia e Medicina (1988), juntamente com James Black, farmacólogo britânico e George Hitchings, bioquímico estadunidense, por desenvolver drogas para o tratamento de leucemia e gota, descobrindo novos e importantes princípios de quimioterapia, incluindo o dos betabloqueadores. 


Descendente de imigrantes da Lituânia, recebeu educação secundária em New York City e graduou-se (1914) na York University School of Dentistry. 

Com a morte do avô vitimado por câncer decidiu voltar a estudar, ser uma cientista estudando bioquímica, farmacologia, imunologia e, eventualmente, virologia e, em particular, química. Entrou para o Hunter College (1933) e conseguiu um emprego para ensinar no New York Hospital School of Nursing. 

Conseguiu ser a única mulher graduada na New York University (1939) e obteve o Master of Science degree em química (1941). 

Trabalhou (1943) com o farmacologista George Hitchings e, em seguida, foi contratada pela Burroughs Wellcome Company (1944-1983). 

Em virtude da necessidade de trabalhar para se manter, tentou fazer um doutorado em tempo parcial na Brooklyn Polytechnic Institute, após alguns anos de iniciar seu trabalho de pesquisa. Sua persistência como pesquisadora mais tarde lhe proporcionariam vários doutorados honorários como da George Washington University, Brown University e da University of Michigan.

Foi chefe of the Department of Experimental Therapy (1967-1983). Foi membro do Board of Scientific Counselors for the Division of Cancer Treatment, do National Cancer Advisory Board, da American Association for Cancer Research (President 1983-1984), da Advisory Committees for the American Cancer Society e da Leukemia Society of America, da American Chemical Society, da Royal Society of Chemistry, da Transplantation Society, da American Society of Biological Chemists, da American Society of Pharmacology and Experimental Therapeutics, da American Association for Cancer Research, da American Society of Hematology, da American Association for the Advancement of Science, da American Association of Pharmaceutical Scientists e Fellow da New York Academy of Sciences, e de vários comitês da Tropical Disease Research, uma divisão da World Health Organization. 

Após se aposentar do Department Head da Burroughs Wellcome, permaneceu como Scientist Emeritus and Consultant, e tornou-se pesquisadora e professora of Medicine and Pharmacology da Duke University, além de participação intensa em semanários, palestras, e encontros especialmente sobre bioquímica e farmacologia dos tumores, e morreu em Chapel Hill, na Carolina do Norte.

Fonte: DEC da UFCG
12:01 Mulheres na ciência


Bioquímica farmacóloga estadunidense nascido em New York City, pesquisadora do Wellcome Research Laboratories, pesquisadora Triangle Park, NC, especialista em tratamentos de leucemia e gota, co-vencedora do Prêmio Nobel de Fisiologia e Medicina (1988), juntamente com James Black, farmacólogo britânico e George Hitchings, bioquímico estadunidense, por desenvolver drogas para o tratamento de leucemia e gota, descobrindo novos e importantes princípios de quimioterapia, incluindo o dos betabloqueadores. 


Descendente de imigrantes da Lituânia, recebeu educação secundária em New York City e graduou-se (1914) na York University School of Dentistry. 

Com a morte do avô vitimado por câncer decidiu voltar a estudar, ser uma cientista estudando bioquímica, farmacologia, imunologia e, eventualmente, virologia e, em particular, química. Entrou para o Hunter College (1933) e conseguiu um emprego para ensinar no New York Hospital School of Nursing. 

Conseguiu ser a única mulher graduada na New York University (1939) e obteve o Master of Science degree em química (1941). 

Trabalhou (1943) com o farmacologista George Hitchings e, em seguida, foi contratada pela Burroughs Wellcome Company (1944-1983). 

Em virtude da necessidade de trabalhar para se manter, tentou fazer um doutorado em tempo parcial na Brooklyn Polytechnic Institute, após alguns anos de iniciar seu trabalho de pesquisa. Sua persistência como pesquisadora mais tarde lhe proporcionariam vários doutorados honorários como da George Washington University, Brown University e da University of Michigan.

Foi chefe of the Department of Experimental Therapy (1967-1983). Foi membro do Board of Scientific Counselors for the Division of Cancer Treatment, do National Cancer Advisory Board, da American Association for Cancer Research (President 1983-1984), da Advisory Committees for the American Cancer Society e da Leukemia Society of America, da American Chemical Society, da Royal Society of Chemistry, da Transplantation Society, da American Society of Biological Chemists, da American Society of Pharmacology and Experimental Therapeutics, da American Association for Cancer Research, da American Society of Hematology, da American Association for the Advancement of Science, da American Association of Pharmaceutical Scientists e Fellow da New York Academy of Sciences, e de vários comitês da Tropical Disease Research, uma divisão da World Health Organization. 

Após se aposentar do Department Head da Burroughs Wellcome, permaneceu como Scientist Emeritus and Consultant, e tornou-se pesquisadora e professora of Medicine and Pharmacology da Duke University, além de participação intensa em semanários, palestras, e encontros especialmente sobre bioquímica e farmacologia dos tumores, e morreu em Chapel Hill, na Carolina do Norte.

Fonte: DEC da UFCG



Botânica geneticista estadunidense nascida em Hartford, Connecticut, considerada com Gregor Mendel e Thomas Hunt Morgan, as três mais importantes figuras da história da genética, Prêmio Nobel de Fisiologia ou Medicina (1983) pela descoberta do fenômeno conhecido como transposição genética e suas descobertas sobre elementos genéticos móveis.

Uma das quatro crianças de Thomas Henry McClintock e Sara Handy McClintock, mudou-se para o Brooklyn, New York (1908), e graduou-se na Erasmus Hall High School, Brooklyn (1919). 


Foi bacharelada (1923), mestre (1925) e doutorada em botânica pela Cornell University (1927), onde permaneceu (1927-1941), primeiro como instructor and researcher em genética do milho (1927-1931) pesquisando com o Grupo de Cornell: R.A. Emerson, George Beadle, Marcus Rhoades e Charles Burnham, e publicou com H. Creighton seu primeiro paper em genética (1931). 

Tornou-se (1931) fellow do National Research Council, conduzindo pesquisas na Cornell, University of Missouri em Columbia, e no California Institute of Technology. 

Foi fellow (1933-1934) da Guggenheim Memorial Foundation e conduziu pesquisas no Instituto Kaiser Wilhelm, em Berlim, e no Instituto Botânico de Freiburg, Alemanha. 

Foi pesquisadora na Cornell Universityr (1934-1936) e Assistant Professor em Genética da University of Missouri, em Columbia (1936-1940). 

Também foi pesquisadora em Genética da Carnegie Institution of Washington Cold Spring Harbor, Long Island, New York (1941-1967), onde aposentou-se, mas continuou pesquisando totalizando meio século de atividades no CSH Laboratory.

Foi eleita para a National Academy of Sciences (1944) e presidenta da Genetics Society of America (1945). 

Além do Nobel recebeu muitos outros prêmios, como a Service Award, Carnegie Institution of Washington (1967), a National Medal of Science (1971) e o Albert and Mary Lasker Award (1981). 

Empreendeu uma das mais espetaculares descobertas da genética: os genes saltadores, e passaram-se mais de trinta anos entre a sua descoberta, fundamental para a genética, e o recebimento do Prêmio Nobel de Fisiologia e Medicina (1983). Morreu em Huntington Hospital, New York, próximo ao Cold Spring Harbor, aos 90 anos.

Fonte: DEC da UFCG
11:59 Mulheres na ciência



Botânica geneticista estadunidense nascida em Hartford, Connecticut, considerada com Gregor Mendel e Thomas Hunt Morgan, as três mais importantes figuras da história da genética, Prêmio Nobel de Fisiologia ou Medicina (1983) pela descoberta do fenômeno conhecido como transposição genética e suas descobertas sobre elementos genéticos móveis.

Uma das quatro crianças de Thomas Henry McClintock e Sara Handy McClintock, mudou-se para o Brooklyn, New York (1908), e graduou-se na Erasmus Hall High School, Brooklyn (1919). 


Foi bacharelada (1923), mestre (1925) e doutorada em botânica pela Cornell University (1927), onde permaneceu (1927-1941), primeiro como instructor and researcher em genética do milho (1927-1931) pesquisando com o Grupo de Cornell: R.A. Emerson, George Beadle, Marcus Rhoades e Charles Burnham, e publicou com H. Creighton seu primeiro paper em genética (1931). 

Tornou-se (1931) fellow do National Research Council, conduzindo pesquisas na Cornell, University of Missouri em Columbia, e no California Institute of Technology. 

Foi fellow (1933-1934) da Guggenheim Memorial Foundation e conduziu pesquisas no Instituto Kaiser Wilhelm, em Berlim, e no Instituto Botânico de Freiburg, Alemanha. 

Foi pesquisadora na Cornell Universityr (1934-1936) e Assistant Professor em Genética da University of Missouri, em Columbia (1936-1940). 

Também foi pesquisadora em Genética da Carnegie Institution of Washington Cold Spring Harbor, Long Island, New York (1941-1967), onde aposentou-se, mas continuou pesquisando totalizando meio século de atividades no CSH Laboratory.

Foi eleita para a National Academy of Sciences (1944) e presidenta da Genetics Society of America (1945). 

Além do Nobel recebeu muitos outros prêmios, como a Service Award, Carnegie Institution of Washington (1967), a National Medal of Science (1971) e o Albert and Mary Lasker Award (1981). 

Empreendeu uma das mais espetaculares descobertas da genética: os genes saltadores, e passaram-se mais de trinta anos entre a sua descoberta, fundamental para a genética, e o recebimento do Prêmio Nobel de Fisiologia e Medicina (1983). Morreu em Huntington Hospital, New York, próximo ao Cold Spring Harbor, aos 90 anos.

Fonte: DEC da UFCG


Anatomista estadunidense nascida em Central City, Colorado, uma das primeiras mulheres médicas norte-americanas a construir uma carreira como pesquisadora e primeira mulher eleita para a National Academy of Sciences. 


Ela e a sua irmã Mary foram criadas em parte por um tio e avós depois que ficaram órfãs da mãe (1877). Seus parentes a encorajaram a estudar e assim ela cresceu e foi educada em Denver, Chicago e Vermont. Quando ela sentiu que não tinha talento para ser pianista, optou em tempo integral pela ciência. 

Graduou-se no Smith College, Northampton, em Massachusetts (1893). Após ensinar matemática por dois anos em Denver e zoologia no Smith College por um ano, ela foi a primeira mulher a ser aceita na Johns Hopkins University School of Medicine, Baltimore, Maryland (1896), onde construiu uma grande reputação em conhecimentos em embriologia e histologia. Doutora na Johns Hopkins (1900), publicou An Atlas of the Medulla and Midbrain (1901), um livro de texto sobre medicina que se tornou muito popular. 

No ano seguinte a Johns Hopkins revogou sua política de não contratar mulheres e ela passou a integrar seu staff de pesquisadores. 

Também destacou-se como pesquisadora do sistema linfático, onde reformulou a explicação tradicional do desenvolvimento do sistema linfático provando que desenvolvimento das veias no embrião ocorre fora em tecidos.

Professora de histologia na Johns Hopkins University (1917-1925) e membro do Rockefeller Institute for Medical Research (1925-1938), onde se aposentou e tornou-se emérita (1938). Voltou a morar em Denver, Colorado, onde trabalhou para o governo do estado, morreu e foi enterrada no Fairmount Cemetery.

Fonte: DEC da UFCG
11:57 Mulheres na ciência


Anatomista estadunidense nascida em Central City, Colorado, uma das primeiras mulheres médicas norte-americanas a construir uma carreira como pesquisadora e primeira mulher eleita para a National Academy of Sciences. 


Ela e a sua irmã Mary foram criadas em parte por um tio e avós depois que ficaram órfãs da mãe (1877). Seus parentes a encorajaram a estudar e assim ela cresceu e foi educada em Denver, Chicago e Vermont. Quando ela sentiu que não tinha talento para ser pianista, optou em tempo integral pela ciência. 

Graduou-se no Smith College, Northampton, em Massachusetts (1893). Após ensinar matemática por dois anos em Denver e zoologia no Smith College por um ano, ela foi a primeira mulher a ser aceita na Johns Hopkins University School of Medicine, Baltimore, Maryland (1896), onde construiu uma grande reputação em conhecimentos em embriologia e histologia. Doutora na Johns Hopkins (1900), publicou An Atlas of the Medulla and Midbrain (1901), um livro de texto sobre medicina que se tornou muito popular. 

No ano seguinte a Johns Hopkins revogou sua política de não contratar mulheres e ela passou a integrar seu staff de pesquisadores. 

Também destacou-se como pesquisadora do sistema linfático, onde reformulou a explicação tradicional do desenvolvimento do sistema linfático provando que desenvolvimento das veias no embrião ocorre fora em tecidos.

Professora de histologia na Johns Hopkins University (1917-1925) e membro do Rockefeller Institute for Medical Research (1925-1938), onde se aposentou e tornou-se emérita (1938). Voltou a morar em Denver, Colorado, onde trabalhou para o governo do estado, morreu e foi enterrada no Fairmount Cemetery.

Fonte: DEC da UFCG


Biofísica britânica nascida em Londres, pioneira da biologia molecular e uma das mais brilhantes pesquisadoras inglesas do século XX, que, empregando a técnica da difração dos raios-X, concluiu que o DNA tinha forma helicoidal (1949). 



Contrariando o desejo dos pais, aos 15 anos ela decidiu que queria ser uma cientista. Entrou (1938) no Newnham College, Cambridge, graduando-se em físico-química (1941). Dedicando-se aos estudos de cristalografia por raios-X, iniciou-se como pesquisadora (1942) analisando a estrutura física de materiais carbonizados. 


Trabalhando no British Coal Utilization Research Association, onde desenvolveu estudos fundamentais sobre as microestruturas do carbono e do grafite, base de seu doutorado em físico-química pela Cambridge University (1945), no esforço de guerra da Inglaterra na segunda guerra mundial. Trabalhando em Paris (1947-1950), no Laboratoire Central des Services Chimiques de L'Etat, usou a técnica da difração dos Raios-X para análise de materiais cristalinos. 

Voltando para a Inglaterra, após a guerra, dedicou-se inteiramente ao estudo da estrutura do DNA trabalhando no King's College, de Londres. Juntou-se a equipe de biofísicos do King's College Medical Research Council (1951) e com Raymond Gosling no laboratório de biofísica do britânico Maurice Wilkins, e iniciou a aplicação de estudos com difração do raio-X para determinação da estrutura da molécula do DNA. Esteve prestes a desvendar a estrutura do DNA e seus achados foram fundamentais para que o bioquímico norte-americano James Dewey Watson e os britânicos Maurice Wilkins e Francis Crick confirmar a dupla estrutura helicoidal da molécula do DNA, dando-lhes o Nobel de Medicina ou Fisiologia (1962), tendo nela a grande injustiçada, especialmente por ser mulher. Embora utilizando dados e fotografias de raios-X obtidos por ela, Crick e Watson, não só não a incluíram no artigo original publicado na revista Nature, como omitiram sua decisiva contribuição na elucidação do problema. O mesmo fizeram com outro membro da equipe inglesa, Maurice Wilkins, que também havia participado das pesquisas. 

Apesar das inúmeras dificuldades provocadas pelo preconceito, ela provou então ser uma cientista de primeiro nível e mudou-se (1953) para o laboratório de cristalografia J. D. Bernal, do Birkbeck College, Londres, onde prosseguiu com seu trabalhos sobre a estrutura mosaical do vírus do tabaco. 

Nos seus últimos anos de vida, realizou pesquisas sobre o estrutura do RNA viral, as quais trouxeram novos e importantes conhecimentos no campo da biologia molecular. Quando iniciou sua pesquisa sobre o vírus da pólio (1956), ela descobriu que estava com câncer. Ainda trabalhando no Birkbeck College, onde publicou seu último trabalho, sobre as estrutura do carvão (1958), morreu em Londres ainda muito jovem, aos 37 anos, de câncer no ovário. 

Watson escreveu um livro, The Double Helix (1968), no qual admitiu ter utilizado os dados e fotografias não publicados pela brilhante pesquisadora britânica sem a sua permissão e sem o seu conhecimento, o que abalou o mérito do seu Nobel.

Fonte: NETSABER
11:55 Mulheres na ciência


Biofísica britânica nascida em Londres, pioneira da biologia molecular e uma das mais brilhantes pesquisadoras inglesas do século XX, que, empregando a técnica da difração dos raios-X, concluiu que o DNA tinha forma helicoidal (1949). 



Contrariando o desejo dos pais, aos 15 anos ela decidiu que queria ser uma cientista. Entrou (1938) no Newnham College, Cambridge, graduando-se em físico-química (1941). Dedicando-se aos estudos de cristalografia por raios-X, iniciou-se como pesquisadora (1942) analisando a estrutura física de materiais carbonizados. 


Trabalhando no British Coal Utilization Research Association, onde desenvolveu estudos fundamentais sobre as microestruturas do carbono e do grafite, base de seu doutorado em físico-química pela Cambridge University (1945), no esforço de guerra da Inglaterra na segunda guerra mundial. Trabalhando em Paris (1947-1950), no Laboratoire Central des Services Chimiques de L'Etat, usou a técnica da difração dos Raios-X para análise de materiais cristalinos. 

Voltando para a Inglaterra, após a guerra, dedicou-se inteiramente ao estudo da estrutura do DNA trabalhando no King's College, de Londres. Juntou-se a equipe de biofísicos do King's College Medical Research Council (1951) e com Raymond Gosling no laboratório de biofísica do britânico Maurice Wilkins, e iniciou a aplicação de estudos com difração do raio-X para determinação da estrutura da molécula do DNA. Esteve prestes a desvendar a estrutura do DNA e seus achados foram fundamentais para que o bioquímico norte-americano James Dewey Watson e os britânicos Maurice Wilkins e Francis Crick confirmar a dupla estrutura helicoidal da molécula do DNA, dando-lhes o Nobel de Medicina ou Fisiologia (1962), tendo nela a grande injustiçada, especialmente por ser mulher. Embora utilizando dados e fotografias de raios-X obtidos por ela, Crick e Watson, não só não a incluíram no artigo original publicado na revista Nature, como omitiram sua decisiva contribuição na elucidação do problema. O mesmo fizeram com outro membro da equipe inglesa, Maurice Wilkins, que também havia participado das pesquisas. 

Apesar das inúmeras dificuldades provocadas pelo preconceito, ela provou então ser uma cientista de primeiro nível e mudou-se (1953) para o laboratório de cristalografia J. D. Bernal, do Birkbeck College, Londres, onde prosseguiu com seu trabalhos sobre a estrutura mosaical do vírus do tabaco. 

Nos seus últimos anos de vida, realizou pesquisas sobre o estrutura do RNA viral, as quais trouxeram novos e importantes conhecimentos no campo da biologia molecular. Quando iniciou sua pesquisa sobre o vírus da pólio (1956), ela descobriu que estava com câncer. Ainda trabalhando no Birkbeck College, onde publicou seu último trabalho, sobre as estrutura do carvão (1958), morreu em Londres ainda muito jovem, aos 37 anos, de câncer no ovário. 

Watson escreveu um livro, The Double Helix (1968), no qual admitiu ter utilizado os dados e fotografias não publicados pela brilhante pesquisadora britânica sem a sua permissão e sem o seu conhecimento, o que abalou o mérito do seu Nobel.

Fonte: NETSABER



Nascida em Turim no dia 22 de abril de 1909 em uma família judia, foi reconhecida com o Prêmio Nobel de Medicina em 1986 junto com Stanley Cohen por suas pesquisas sobre o crescimento das células neurológicas. 


Levi-Montalcini se formou em Medicina pela Universidade de Turim em 1936, e trabalhou como assistente do histólogo Giuseppe Levi. Quando começou a Segunda Guerra Mundial e devido às ameaças de perseguições antissemitas, ela se mudou para Bruxelas, onde colaborou com o Instituto Neurológico durante um ano. 

Em 1940, após a entrada das tropas de Hitler na Bélgica, retornou à Itália e organizou em sua casa um pequeno laboratório de neuroembriologia experimental. Durante a guerra, viveu clandestinamente em Florença e trabalhou como médica das tropas americanas até, finalizada a guerra, voltar a trabalhar na Universidade de Turim. 

Em 1947, se mudou para os Estados Unidos após o convite do professor Viktor Hamburguer para ir à Washington University de St. Louis, onde foi pesquisadora e professora de Neurobiologia. Entre 1954 e 1960, trabalhou junto com o bioquímico americano Stanley Cohen na identificação do fator de crescimento e, um ano depois, fundou em Roma um Centro de Pesquisa sobre o NGF ("nerve growth fator", fator de crescimento neural). 

Em 1969, tomando como base esse centro, criou o Instituto de Biologia Celular, do qual ocupou a direção, passando a viver entre St. Louis e Roma, até se estabelecer de forma definitiva na capital italiana em 1977. Em 1986, a Academia das Ciências sueca outorgou a ela e a Stanley Cohen o Prêmio Nobel de Medicina, como reconhecimento por suas pesquisas sobre o crescimento das células neurológicas. 

No dia 1º de agosto de 2001, Rita Levi-Montalcini foi nomeada senadora vitalícia pelo então presidente da República italiana, Carlo Azeglio Ciampi. 

Ela faleceu em Roma aos 103 anos de idade. 

Fonte: Terra e Brasil escola.
11:54 Mulheres na ciência



Nascida em Turim no dia 22 de abril de 1909 em uma família judia, foi reconhecida com o Prêmio Nobel de Medicina em 1986 junto com Stanley Cohen por suas pesquisas sobre o crescimento das células neurológicas. 


Levi-Montalcini se formou em Medicina pela Universidade de Turim em 1936, e trabalhou como assistente do histólogo Giuseppe Levi. Quando começou a Segunda Guerra Mundial e devido às ameaças de perseguições antissemitas, ela se mudou para Bruxelas, onde colaborou com o Instituto Neurológico durante um ano. 

Em 1940, após a entrada das tropas de Hitler na Bélgica, retornou à Itália e organizou em sua casa um pequeno laboratório de neuroembriologia experimental. Durante a guerra, viveu clandestinamente em Florença e trabalhou como médica das tropas americanas até, finalizada a guerra, voltar a trabalhar na Universidade de Turim. 

Em 1947, se mudou para os Estados Unidos após o convite do professor Viktor Hamburguer para ir à Washington University de St. Louis, onde foi pesquisadora e professora de Neurobiologia. Entre 1954 e 1960, trabalhou junto com o bioquímico americano Stanley Cohen na identificação do fator de crescimento e, um ano depois, fundou em Roma um Centro de Pesquisa sobre o NGF ("nerve growth fator", fator de crescimento neural). 

Em 1969, tomando como base esse centro, criou o Instituto de Biologia Celular, do qual ocupou a direção, passando a viver entre St. Louis e Roma, até se estabelecer de forma definitiva na capital italiana em 1977. Em 1986, a Academia das Ciências sueca outorgou a ela e a Stanley Cohen o Prêmio Nobel de Medicina, como reconhecimento por suas pesquisas sobre o crescimento das células neurológicas. 

No dia 1º de agosto de 2001, Rita Levi-Montalcini foi nomeada senadora vitalícia pelo então presidente da República italiana, Carlo Azeglio Ciampi. 

Ela faleceu em Roma aos 103 anos de idade. 

Fonte: Terra e Brasil escola.


A importância do trabalho da Sra. Curie é refletida nos inúmeros prêmios outorgados em seu nome. Ela tirou cursos honorários de Ciências Exatas, Direito e Medicina, e foi membro honorário de diversas comunidades científicas por todo o mundo. Junto com seu marido, foram agraciados com o Prêmio Nobel de Física em 1903, pelos estudos em Radiação Espontânea (descobertos por Becquerel). Em 1911, ela recebeu um outro Prêmio Nobel, mas dessa vez no ramo de Química, em reconhecimento ao seu trabalho em Radioatividade. Ela também recebeu, juntamente com seu marido, a Medalha Davy da Real Sociedade de Londres, em 1903 e, em 1921, Presidente Harding (dos EUA), em nome das mulheres da América, presenteou-a com um grama de rádio em reconhecimento do seu serviço para a ciência.


Traduzido do NobelPrize.com por Pedro Magalhães
11:52 Mulheres na ciência


A importância do trabalho da Sra. Curie é refletida nos inúmeros prêmios outorgados em seu nome. Ela tirou cursos honorários de Ciências Exatas, Direito e Medicina, e foi membro honorário de diversas comunidades científicas por todo o mundo. Junto com seu marido, foram agraciados com o Prêmio Nobel de Física em 1903, pelos estudos em Radiação Espontânea (descobertos por Becquerel). Em 1911, ela recebeu um outro Prêmio Nobel, mas dessa vez no ramo de Química, em reconhecimento ao seu trabalho em Radioatividade. Ela também recebeu, juntamente com seu marido, a Medalha Davy da Real Sociedade de Londres, em 1903 e, em 1921, Presidente Harding (dos EUA), em nome das mulheres da América, presenteou-a com um grama de rádio em reconhecimento do seu serviço para a ciência.


Traduzido do NobelPrize.com por Pedro Magalhães


A primeira negra brasileira Doutora em Física, título adquirido pela The University Of Manchester Institute Of Science And Technology, e respeitada professora do Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA).


Possui graduação em Licenciatura Ciências - Duração Plena pela Universidade Federal de São Carlos (1979), mestrado em Física Aplicada pelo Instituto de Física e Química de São Carlos - Universidade de São Paulo (1983) e doutorado (PhD) em Materiais Eletrônicos - The University Of Manchester Institute Of Science And Technology (1989). Atualmente é professora adjunto do Instituto Tecnológico da Aeronáutica ITA e Gerente do Projeto de Sensores de Radiação Infravermelha - SINFRA, do Instituto Aeronáutica e Espaço - IAE, do Comando-Geral de Tecnologia Aeroespacial CTA. Tem experiência na área de Física Aplicada, com ênfase em Propriedade Eletróticas de Ligas Semicondutoras Crescidas Epitaxialmente, atuando principalmente nos seguintes temas: crescimento epitaxial de camadas de telureto de chumbo e antimoneto de índio, processamento e caracterização de dispositivos fotocondutores.


Sobre a superação das dificuldades encontradas no mercado de trabalho pelas mulheres negras, acredita que é preciso estudo e dedicação: "elas têm que estudar, se especializar, se tornar altamente qualificadas, pois por serem negras, tudo será muito difícil, portanto, têm que ser as melhores." O investimento em formação pode incentivar a participação das mulheres em variados espaços de poder. "Necessitamos de mais mulheres negras escolhendo, fazendo a seleção de pessoal.

Não adianta ser a única. Se formos muitas e em várias posições hierárquicas, isso vai melhorar", destaca. No dia-a-dia, as manifestações de racismo se entrelaçam com as de sexismo, deixando dúvidas sobre quais das duas é mais perniciosa.

Na posição de pesquisadora e professora, acredita que a ciência pode melhorar tudo.

Fonte: Raça Brasil e FAPESP
11:50 Mulheres na ciência


A primeira negra brasileira Doutora em Física, título adquirido pela The University Of Manchester Institute Of Science And Technology, e respeitada professora do Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA).


Possui graduação em Licenciatura Ciências - Duração Plena pela Universidade Federal de São Carlos (1979), mestrado em Física Aplicada pelo Instituto de Física e Química de São Carlos - Universidade de São Paulo (1983) e doutorado (PhD) em Materiais Eletrônicos - The University Of Manchester Institute Of Science And Technology (1989). Atualmente é professora adjunto do Instituto Tecnológico da Aeronáutica ITA e Gerente do Projeto de Sensores de Radiação Infravermelha - SINFRA, do Instituto Aeronáutica e Espaço - IAE, do Comando-Geral de Tecnologia Aeroespacial CTA. Tem experiência na área de Física Aplicada, com ênfase em Propriedade Eletróticas de Ligas Semicondutoras Crescidas Epitaxialmente, atuando principalmente nos seguintes temas: crescimento epitaxial de camadas de telureto de chumbo e antimoneto de índio, processamento e caracterização de dispositivos fotocondutores.


Sobre a superação das dificuldades encontradas no mercado de trabalho pelas mulheres negras, acredita que é preciso estudo e dedicação: "elas têm que estudar, se especializar, se tornar altamente qualificadas, pois por serem negras, tudo será muito difícil, portanto, têm que ser as melhores." O investimento em formação pode incentivar a participação das mulheres em variados espaços de poder. "Necessitamos de mais mulheres negras escolhendo, fazendo a seleção de pessoal.

Não adianta ser a única. Se formos muitas e em várias posições hierárquicas, isso vai melhorar", destaca. No dia-a-dia, as manifestações de racismo se entrelaçam com as de sexismo, deixando dúvidas sobre quais das duas é mais perniciosa.

Na posição de pesquisadora e professora, acredita que a ciência pode melhorar tudo.

Fonte: Raça Brasil e FAPESP



Física germânica nascida em Kattowitz, na Alemanha, hoje Katowice, Polônia, notável pesquisadora sobre a estrutura do átomo e uma das agraciadas com o Prêmio Nobel de Física (1963), 1/4 do prêmio, juntamente com J. Hans D. Jensen, da Universidade de Heidelberg, por pesquisas sobre a estrutura do átomo e seu núcleo, prêmio também dividido com o húngaro-americano Eugene Paul Wigner, que ficou com metade do prêmio.

Filha de Friedrich Goeppert e Maria, née Wolff, foi educada na Universidade de Göttingen, onde seu pai era professor de pediatria, doutorou-se (1930), casou com o físico-químico americano Joseph E. Mayer (1931) e foi morar nos Estados Unidos, passando a ensinar na Johns Hopkins University (1930-1939), tornando-se cidadã americana (1933).

Ensinou no Sarah Lawrence College (1939) e na Columbia University (1939-1945), onde demonstrou que o núcleo atômico tinha uma estrutura de prótons-nêutrons encapsulados e mantidos juntos por uma força de natureza complexa e trabalhou na separação de isótopos de urânio para construção da bomba atômica no Manhattan Project. Continuou suas pesquisas no Institute for Nuclear Studies da Universidade de Chicago (1945) e no Argonne National Laboratory (1946-1960). Publicou Elementoary Teory of NuclearShell Structure (1955).

Após sofrer um derrame cerebral (1960) que a deixou parcialmente paralítica, trabalhou para a Universidade da Califórnia, em San Diego (1960-1972) onde morreu (1972).

Fonte: DEC da UFCG
11:04 Mulheres na ciência



Física germânica nascida em Kattowitz, na Alemanha, hoje Katowice, Polônia, notável pesquisadora sobre a estrutura do átomo e uma das agraciadas com o Prêmio Nobel de Física (1963), 1/4 do prêmio, juntamente com J. Hans D. Jensen, da Universidade de Heidelberg, por pesquisas sobre a estrutura do átomo e seu núcleo, prêmio também dividido com o húngaro-americano Eugene Paul Wigner, que ficou com metade do prêmio.

Filha de Friedrich Goeppert e Maria, née Wolff, foi educada na Universidade de Göttingen, onde seu pai era professor de pediatria, doutorou-se (1930), casou com o físico-químico americano Joseph E. Mayer (1931) e foi morar nos Estados Unidos, passando a ensinar na Johns Hopkins University (1930-1939), tornando-se cidadã americana (1933).

Ensinou no Sarah Lawrence College (1939) e na Columbia University (1939-1945), onde demonstrou que o núcleo atômico tinha uma estrutura de prótons-nêutrons encapsulados e mantidos juntos por uma força de natureza complexa e trabalhou na separação de isótopos de urânio para construção da bomba atômica no Manhattan Project. Continuou suas pesquisas no Institute for Nuclear Studies da Universidade de Chicago (1945) e no Argonne National Laboratory (1946-1960). Publicou Elementoary Teory of NuclearShell Structure (1955).

Após sofrer um derrame cerebral (1960) que a deixou parcialmente paralítica, trabalhou para a Universidade da Califórnia, em San Diego (1960-1972) onde morreu (1972).

Fonte: DEC da UFCG

Nascida em 1962 é uma Física Teórica estadunidense conhecida por seu importante papel nas pesquisas de Física de Partículas e Cosmologia.

Ela atualmente trabalha nos vários e diferentes modelos que competem entre si da Teoria das Cordas em uma missão para explicar o "tecido" do Universo, e foi a primeira mulher a receber tenure, isto é, proteção contra demissão sumária, no departamento de física da Universidade de Princeton e a primeira mulher física teórica a receber tenure no MIT e na Universidade de Harvard. Seu trabalho despertou tamanho interesse que está dentre um dos mais citados de toda ciência. Em conjunto com muitos outros cientistas deste campo, entretanto, nenhum de seus trabalhos teóricos foi confirmado por experimentos. Randall estuda física de partículas e cosmologia atualmente na Universidade de Harvard, onde ela ocupa o cargo de professora de Física Teórica. Sua pesquisa envolve partículas elementares e forças fundamentais, envolvendo ainda, uma variedade de modelos, o mais recente sendo as extra-dimensões do espaço. Ela trabalha ainda em supersimetria, Modelo Padrão observáveis, inflação cósmica, bariogênese, Teorias da Grande Unificação, Relatividade Geral. A professora Randall escreveu recentemente (2005) um livro com o título Warped Passages: Unraveling the Mysteries of the Universe's Hidden Dimensions, que esteve incluído na lista dos livros mais notados de 2005 do The New York Times.

Randall obteve seu doutorado pela Universidade de Harvard e ocupou cargos de professora no MIT e na Universidade de Princeton antes de retornar para Harvard em 2001. Ela é um membro da American Academy of Arts and Sciences (Academia Americana de Artes e Ciências), uma bolsista da American Physical Society (Sociedade Americana de Física), ela é uma ex-vencedora dos prêmios Alfred P. Sloan Foundation Research Fellowship Award, National Science Foundation Young Investigator Award, DOE Outstanding Junior Investigator Award, e Westinghouse Science Talent Search Award. Em 2003, ela recebeu outro prêmio Caterina Tomassoni e Felice Pietro Chisesi Award, pela universidade de Roma, La Sapienza. Em outono, de 2004, ela era a física teórica mais citadada em Física de Partículas em cinco anos. Em 2006, ela recebeu o prêmio Klopsted pela American Association of Physics Teachers 'AAPT' (Sociedade Americana de Professores de Física 'SAPF'). A professora Randall foi reportagem da revista Seed Magazine's sob o tópico “2005 Year in Science Icons (Ícones da Ciência em 2005) ” e na revista Newsweek “Who's Next in 2006”. Ela ajudou a organizar várias conferências e esteve em várias equipes de edição de jornais de Física.

Randall é parte do grêmio da Hampshire College Summer Studies in Mathematics e graduada de Stuyvesant High School em 1980,1 onde ela foi colega de físicos e cientistas populares como Brian Greene. Randall obeteve seu grau de bacharel pela Universidade de Harvard em 1983, e seu Ph.D (doutorado) em física de partículas no ano de 1987 sob a admininstração de Howard Georgi. Georgi a considera como seu melhor aluno de todos os temposcarece de fontes?. Ela obteve uma bolsa de estudos da American Academy of Arts and Sciences (Academia Americana de Artes e Ciências) em 2004.

Randall foi mencionada na revista Newsweek sob o título "Who's Next" em 2 de Janeiro, de 2006, como "um dos físicos mais promissores de sua geração." Em 2007, foi nomeada uma das cem pessoas mais influentes da Time Magazine (Time 100) sob a seção "Scientists & Thinkers (Cientistas e Pensadores)." Randall recebeu esta honra devido à sua hipótese em relação à dimensões superiores.


Fonte: Jornal Livre
11:01 Mulheres na ciência

Nascida em 1962 é uma Física Teórica estadunidense conhecida por seu importante papel nas pesquisas de Física de Partículas e Cosmologia.

Ela atualmente trabalha nos vários e diferentes modelos que competem entre si da Teoria das Cordas em uma missão para explicar o "tecido" do Universo, e foi a primeira mulher a receber tenure, isto é, proteção contra demissão sumária, no departamento de física da Universidade de Princeton e a primeira mulher física teórica a receber tenure no MIT e na Universidade de Harvard. Seu trabalho despertou tamanho interesse que está dentre um dos mais citados de toda ciência. Em conjunto com muitos outros cientistas deste campo, entretanto, nenhum de seus trabalhos teóricos foi confirmado por experimentos. Randall estuda física de partículas e cosmologia atualmente na Universidade de Harvard, onde ela ocupa o cargo de professora de Física Teórica. Sua pesquisa envolve partículas elementares e forças fundamentais, envolvendo ainda, uma variedade de modelos, o mais recente sendo as extra-dimensões do espaço. Ela trabalha ainda em supersimetria, Modelo Padrão observáveis, inflação cósmica, bariogênese, Teorias da Grande Unificação, Relatividade Geral. A professora Randall escreveu recentemente (2005) um livro com o título Warped Passages: Unraveling the Mysteries of the Universe's Hidden Dimensions, que esteve incluído na lista dos livros mais notados de 2005 do The New York Times.

Randall obteve seu doutorado pela Universidade de Harvard e ocupou cargos de professora no MIT e na Universidade de Princeton antes de retornar para Harvard em 2001. Ela é um membro da American Academy of Arts and Sciences (Academia Americana de Artes e Ciências), uma bolsista da American Physical Society (Sociedade Americana de Física), ela é uma ex-vencedora dos prêmios Alfred P. Sloan Foundation Research Fellowship Award, National Science Foundation Young Investigator Award, DOE Outstanding Junior Investigator Award, e Westinghouse Science Talent Search Award. Em 2003, ela recebeu outro prêmio Caterina Tomassoni e Felice Pietro Chisesi Award, pela universidade de Roma, La Sapienza. Em outono, de 2004, ela era a física teórica mais citadada em Física de Partículas em cinco anos. Em 2006, ela recebeu o prêmio Klopsted pela American Association of Physics Teachers 'AAPT' (Sociedade Americana de Professores de Física 'SAPF'). A professora Randall foi reportagem da revista Seed Magazine's sob o tópico “2005 Year in Science Icons (Ícones da Ciência em 2005) ” e na revista Newsweek “Who's Next in 2006”. Ela ajudou a organizar várias conferências e esteve em várias equipes de edição de jornais de Física.

Randall é parte do grêmio da Hampshire College Summer Studies in Mathematics e graduada de Stuyvesant High School em 1980,1 onde ela foi colega de físicos e cientistas populares como Brian Greene. Randall obeteve seu grau de bacharel pela Universidade de Harvard em 1983, e seu Ph.D (doutorado) em física de partículas no ano de 1987 sob a admininstração de Howard Georgi. Georgi a considera como seu melhor aluno de todos os temposcarece de fontes?. Ela obteve uma bolsa de estudos da American Academy of Arts and Sciences (Academia Americana de Artes e Ciências) em 2004.

Randall foi mencionada na revista Newsweek sob o título "Who's Next" em 2 de Janeiro, de 2006, como "um dos físicos mais promissores de sua geração." Em 2007, foi nomeada uma das cem pessoas mais influentes da Time Magazine (Time 100) sob a seção "Scientists & Thinkers (Cientistas e Pensadores)." Randall recebeu esta honra devido à sua hipótese em relação à dimensões superiores.


Fonte: Jornal Livre


Nascida em 29 de janeiro de 1947 em Seattle (noroeste dos Estados Unidos).

Graduada na Universidade de Washington (psicologia e microbiologia) e na do Texas (imunologia), ela é pesquisadora do departamento de ciências fundamentais do Fred Hutchinson Cancer Research Center de Seattle desde 2002.

Especializada em imunologia, foi agraciada, juntamente com o compatriota Richard Axel, com o Nobel de Fisiologia/Medicina de 2004, por trabalhos sobre os receptores de odores e a organização do sistema olfativo.

Linda, que também trabalhou em pesquisas sobre o envelhecimento, fez o mapa genético dos receptores olfativos. Ela também investigou como os feromônios e os odores são detectados pelo nariz antes de serem transmitidos ao cérebro.

Membro desde 2003 da Academia de Ciências dos Estados Unidos, foi professora e pesquisadora da Faculdade de Medicina de Harvard e do Howard Hughes Medical Institute da Universidade de Columbia de Nova York.

Em 1992, ela recebeu o prêmio Takasago por suas pesquisas sobre o olfato.

Fonte: Folha e o blog A Espada de Dâmocles
10:58 Mulheres na ciência


Nascida em 29 de janeiro de 1947 em Seattle (noroeste dos Estados Unidos).

Graduada na Universidade de Washington (psicologia e microbiologia) e na do Texas (imunologia), ela é pesquisadora do departamento de ciências fundamentais do Fred Hutchinson Cancer Research Center de Seattle desde 2002.

Especializada em imunologia, foi agraciada, juntamente com o compatriota Richard Axel, com o Nobel de Fisiologia/Medicina de 2004, por trabalhos sobre os receptores de odores e a organização do sistema olfativo.

Linda, que também trabalhou em pesquisas sobre o envelhecimento, fez o mapa genético dos receptores olfativos. Ela também investigou como os feromônios e os odores são detectados pelo nariz antes de serem transmitidos ao cérebro.

Membro desde 2003 da Academia de Ciências dos Estados Unidos, foi professora e pesquisadora da Faculdade de Medicina de Harvard e do Howard Hughes Medical Institute da Universidade de Columbia de Nova York.

Em 1992, ela recebeu o prêmio Takasago por suas pesquisas sobre o olfato.

Fonte: Folha e o blog A Espada de Dâmocles