terça-feira, 1 de outubro de 2013

Nasceu no século XII A.C. do ano 1200 A.C. Primeira química e perfumista da historia.

Em escavações arqueológicas foram encontradas tabuletas cuneiformes do II milênio A.C na mesopotâmia (atual Iraque); Nestes registros históricos encontrou-se o nome de uma mulher que desenvolvia as mesmas práticas dos ferreiros e alquimistas homens dessa época.


As mulheres tinham um enorme interesse pela botânica e suas aplicações: Tapputi empregava técnicas químicas para produzir perfumes, cosméticos e unguentos. Utilizava flores, plantas, petróleo, mirra e bálsamo, os misturava, agregava água destilada e os filtrava várias vezes. Dirigiu o laboratório de cosméticos do Palácio Real da Babilônia.


Não se conhece nada mais de sua vida, porém Tapputi-Belatekallim é considerada a primeira química da história e precursora do atual perfume. É claro que Tapputi não foi a única. A história também reconhece, na Antiga Alexandria, o nome de Maria, a judia, mas essa biografia fica para um futuro post.

Traduzido do Mujeres que Hacen la Historia
04:35 Mulheres na ciência
Nasceu no século XII A.C. do ano 1200 A.C. Primeira química e perfumista da historia.

Em escavações arqueológicas foram encontradas tabuletas cuneiformes do II milênio A.C na mesopotâmia (atual Iraque); Nestes registros históricos encontrou-se o nome de uma mulher que desenvolvia as mesmas práticas dos ferreiros e alquimistas homens dessa época.


As mulheres tinham um enorme interesse pela botânica e suas aplicações: Tapputi empregava técnicas químicas para produzir perfumes, cosméticos e unguentos. Utilizava flores, plantas, petróleo, mirra e bálsamo, os misturava, agregava água destilada e os filtrava várias vezes. Dirigiu o laboratório de cosméticos do Palácio Real da Babilônia.


Não se conhece nada mais de sua vida, porém Tapputi-Belatekallim é considerada a primeira química da história e precursora do atual perfume. É claro que Tapputi não foi a única. A história também reconhece, na Antiga Alexandria, o nome de Maria, a judia, mas essa biografia fica para um futuro post.

Traduzido do Mujeres que Hacen la Historia

sábado, 28 de setembro de 2013

  

Nasceu em 1882 em Erlangen, Baviera. Matemática e física teórica alemã.

Frequentou a escola Municipal Superior de Erlangen, na qual estudou vários idiomas, piano e aritmética. Seu pai Max Noether, um renomado professor de matemática e pesquisador das funções algébricas, transmitiu-lhe seu amor pela matemática.

Noether decidiu em 1900 ir para Universidade de Erlangen, porém as mulheres não eram admitidas como estudantes oficiais, por isso ela assistiu como ouvinte sem o direito de ser examinada. Sua determinação e perseverança fez com que fosse a única aluna entre quase 1000 estudantes homens.

Em 1903, quando a Universidade mudou seus estatutos, Emmy pode prestar seus exames e obteve seu doutorado em 1907 com sua tese “Sistemas completos de invariantes para as formas ternarias biquadráticas” , sob a tutoria de Paul Gordon. Trabalhou no Instituto Matemático de sua cidade natal sem nenhum salário, ajudando o seu pai e desenvolvendo suas próprias investigações.

Sua tese de doutorado foi publicada em 1918 pela revista Mathematische Annalen, e o trabalho, conhecido como “Teorema de Noether” demonstrou uma relação entre simetria entre as leis da física e a consequente lei de conservação de energia. Este trabalho ajudou a desenvolver a função matemática que levou Einsten a teoria da relatividade.

A publicação de seus trabalhos mereceu o reconhecimento de outros cientistas matemáticos, deu conferencias em Salzburgo e em Viena ensinou classes como “professora ajudante”, na Universidade de Gottingen. Realizou investigações sobre álgebra abstrata, trabalhando em teoria de grupo, teoria de anéis e teoria número. Estes conceitos definidos axiomaticamente deu o passo a álgebra moderna.

Por ser judia, intelectual e pacifista, ao chegar Hitler ao poder, ela se exilou nos finais de 1933, nos Estados Unidos, no qual foi docente Na Pennsylvania, e trabalhou no Instituto de Estudos Avançados, em Princeton, no qual se encontrava o físico alemão Albert Einsten (1879-1955), continuando com suas investigações.



Apesar dos anos em que esteve dedicada a investigação e ao reconhecimento que obteve por outros matemáticos, a vida de Emmy não foi fácil: a misoginia e a discriminação – somente por ser mulher não teve um salário digno – foi o que recebeu em troca de seus conhecimentos.

Emmy Noether morreu em 1935, aos 53 anos de idade como consequência de uma cirurgia.

Traduzido do Mujeres que Hacen la Historia

08:07 Mulheres na ciência
  

Nasceu em 1882 em Erlangen, Baviera. Matemática e física teórica alemã.

Frequentou a escola Municipal Superior de Erlangen, na qual estudou vários idiomas, piano e aritmética. Seu pai Max Noether, um renomado professor de matemática e pesquisador das funções algébricas, transmitiu-lhe seu amor pela matemática.

Noether decidiu em 1900 ir para Universidade de Erlangen, porém as mulheres não eram admitidas como estudantes oficiais, por isso ela assistiu como ouvinte sem o direito de ser examinada. Sua determinação e perseverança fez com que fosse a única aluna entre quase 1000 estudantes homens.

Em 1903, quando a Universidade mudou seus estatutos, Emmy pode prestar seus exames e obteve seu doutorado em 1907 com sua tese “Sistemas completos de invariantes para as formas ternarias biquadráticas” , sob a tutoria de Paul Gordon. Trabalhou no Instituto Matemático de sua cidade natal sem nenhum salário, ajudando o seu pai e desenvolvendo suas próprias investigações.

Sua tese de doutorado foi publicada em 1918 pela revista Mathematische Annalen, e o trabalho, conhecido como “Teorema de Noether” demonstrou uma relação entre simetria entre as leis da física e a consequente lei de conservação de energia. Este trabalho ajudou a desenvolver a função matemática que levou Einsten a teoria da relatividade.

A publicação de seus trabalhos mereceu o reconhecimento de outros cientistas matemáticos, deu conferencias em Salzburgo e em Viena ensinou classes como “professora ajudante”, na Universidade de Gottingen. Realizou investigações sobre álgebra abstrata, trabalhando em teoria de grupo, teoria de anéis e teoria número. Estes conceitos definidos axiomaticamente deu o passo a álgebra moderna.

Por ser judia, intelectual e pacifista, ao chegar Hitler ao poder, ela se exilou nos finais de 1933, nos Estados Unidos, no qual foi docente Na Pennsylvania, e trabalhou no Instituto de Estudos Avançados, em Princeton, no qual se encontrava o físico alemão Albert Einsten (1879-1955), continuando com suas investigações.



Apesar dos anos em que esteve dedicada a investigação e ao reconhecimento que obteve por outros matemáticos, a vida de Emmy não foi fácil: a misoginia e a discriminação – somente por ser mulher não teve um salário digno – foi o que recebeu em troca de seus conhecimentos.

Emmy Noether morreu em 1935, aos 53 anos de idade como consequência de uma cirurgia.

Traduzido do Mujeres que Hacen la Historia



Nasceu na Antiga Grécia, no século VI A.C., em torno do 546 A.C., na cidade de Crotona. Filosofa e matemática. Filha de um homem rico que apreciava o valor das ciências e da arte, ele quis que sua filha se instruísse, por isso a enviou para academia de Pitágoras.

Na academia de Crotona se dava muita importância a educação, foi uma das poucas escolas que se admitia mulheres. Ensinava-se uma grande variedade de temas filosóficos, matemática, astronomia, física e medicina. Theano se destacou muito rapidamente como uma grande aluna e não demorou em ser professora dentro da academia pitagórica.

Theano e Pitágoras se casaram e tiveram três filhos. Durante uma rebelião contra o governo de Crotona, Pitágoras foi assassinado junto a outros professores e a outros professores e a academia foi destruída.

Durante o exilio, ela se dedicou a expandir seus ensinamentos e converteu-se em uma pitagórica reconhecida, escrevia tratados de matemática, física, astronomia e medicina. Difundiu este sistema filosófico e matemático na Grécia e no Egito.

Theano é reconhecida como a primeira mulher matemática da história.

Traduzido do Mujeres que Hacen la Historia

07:03 Mulheres na ciência


Nasceu na Antiga Grécia, no século VI A.C., em torno do 546 A.C., na cidade de Crotona. Filosofa e matemática. Filha de um homem rico que apreciava o valor das ciências e da arte, ele quis que sua filha se instruísse, por isso a enviou para academia de Pitágoras.

Na academia de Crotona se dava muita importância a educação, foi uma das poucas escolas que se admitia mulheres. Ensinava-se uma grande variedade de temas filosóficos, matemática, astronomia, física e medicina. Theano se destacou muito rapidamente como uma grande aluna e não demorou em ser professora dentro da academia pitagórica.

Theano e Pitágoras se casaram e tiveram três filhos. Durante uma rebelião contra o governo de Crotona, Pitágoras foi assassinado junto a outros professores e a outros professores e a academia foi destruída.

Durante o exilio, ela se dedicou a expandir seus ensinamentos e converteu-se em uma pitagórica reconhecida, escrevia tratados de matemática, física, astronomia e medicina. Difundiu este sistema filosófico e matemático na Grécia e no Egito.

Theano é reconhecida como a primeira mulher matemática da história.

Traduzido do Mujeres que Hacen la Historia

quinta-feira, 26 de setembro de 2013



Nasceu em 29 de dezembro de 1879, em Mandal, Noruega, a primeira dos dez filhos de Karl Kristian Gleditsch, um professor, e Petra Birgitte (Hansen) Gleditsch, pessoas intelectualmente e politicamente liberais. As crianças foram expostas a atividades culturais, musical, e naturais, além de seus estudos regulares.

Gleditsch se formou no colegial em 1895 como vale-dictorian, com os mais altos graus da ciência e da matemática. Ela não podia entrar na universidade porque não estava aberta para as mulheres no momento, então ela começou a treinar como uma farmacologista em Tromso, e completou sua licenciatura em farmacologia no ano de 1902.

Assistente de Marie Curie


Por seus estudos envolver química e devido ao seu grau de conhecimento, ela foi qualificada para fazer cursos na Universidade de Oslo, sendo o químico Eyvind Bodtker responsável por convidá-la para estudar no laboratório da universidade. Em 1903, ela foi assistente no laboratório de química, e em 1906 ela foi autorizada a fazer o exame de acesso à universidade, no qual ela passou. Bodtker, que se tornou um amigo ao longo da vida sugeriu que ela continuasse a sua formação no laboratório de Marie Curie em Paris, o que ocorreu em 1907. A maior parte de seu trabalho no laboratório de Curie envolveu a análise de urânio e rádio em minerais radioativos.

Meia vida do Rádio

Gleditsch voltou para a Noruega para visitar periodicamente sua família e, em 1912, voltou a ficar depois de receber seu Licencée ès Sciences de Sorbonne em Paris. Foi oferecida para Ellen uma bolsa de estudos na Universidade de Oslo, onde supervisionou o laboratório e uma palestra sobre radioatividade. Uma das pessoas mais experientes em radioquímica da universidade, ela continuou seu estudo sobre meia-vida do rádio, mas tornou-se desencorajada pelo isolamento e pela falta de equipamentos. A esperança de melhores oportunidades chegou em 1913 na forma de uma bolsa de estudos da Fundação Americano-Escandinava para estudar nos Estados Unidos. 

Em 1914 Gleditsch escreveu Theodore Lymann em Harvard e Bertram Boltwood em Yale, pedindo para trabalhar em seus laboratórios. Lymann informou que nenhuma mulher jamais havia trabalhado em seu laboratório e ele não tinha a intenção de mudar isso. Boltwood era mais educado, tentando desencoraja-la com reivindicações de espaço mínimo. 

Implacável, Gleditsch foi para Yale e mesmo assim passou um ano lá onde ela estabeleceu a meia-vida do rádio: 1,686 anos. O número dela permaneceu o padrão por muitos anos, até que foi ajustado para 1620 anos. Meia-vida refere-se à quantidade de tempo que leva para metade dos átomos de uma substância radioativa para se decompor. Medir a meia-vida do rádio foi importante no estudo da radioatividade, pois poderia ser utilizado como uma constante para estudar outros elementos. Este trabalho trouxe elogios e respeito na comunidade científica. O Smith College atribuiu-lhe um grau honorário de Doutor de Ciência e Lyman mudou de idéia sobre ter mulheres em seu laboratório. Boltwood mesmo ajudou a publicar seus resultados na revista American Journal of Science.

Gleditsch e sua ajuda para confirmar a existência de Isótopos


Outra contribuição significativa de Gleditsch para a química foi a sua parte para confirmar a existência de isótopos. Isótopos são dois ou mais átomos de um elemento que possuem o mesmo número atômico e químico comportamento, mas massa atômica diferente e propriedades físicas. O químico britânico Frederick Soddy havia sugerido que os átomos de um elemento podem ter diferentes pesos atômicos, mas a maioria dos cientistas afirmou que o peso atômico foi fixado dentro de um átomo. O químico americano Theodore Richards foi considerado o especialista na área no momento, por isso, como muitos outros cientistas que tentam provar a existência de isótopos, Gleditsch enviou uma amostra de chumbo para ele analisar. Amostra de Gleditsch foi tão livre de erros que ele foi o único que provou a existência de isótopos.

Seu trabalho finalmente ganhou o seu respeito e Ellen foi nomeada uma leitora em química na Universidade de Oslo, em 1916. Embora não tenha sido a posição da faixa de posse, foi uma melhoria sobre a comunhão de baixa remuneração que ela tinha antes. Em 1917, Gleditsch co-autora de dois livros de química, um dos quais foi o primeiro de seu tipo escrito por escandinavos. Nesse mesmo ano, tornou-se membro da Academia de Ciências de Oslo, apenas a segunda mulher a ser eleita.

Gleditsch sempre foi ativa na promoção da reputação das mulheres em termos acadêmicos. Em 1919, co-fundou a Associação de Mulheres Acadêmicas, para o qual ela atuou como presidente 1924-1928. Ela também atuou como presidente da Federação Internacional de Mulheres Universitárias 1926-1929, cargo que lhe permitiu viajar e palestras extensivamente. Ela começou uma série de palestras de rádio e escreveu biografias e trabalhos de pesquisa em várias línguas, a fim de manter o público e outros cientistas informados na pesquisa científica e avanços. Durante os anos 1920 Gleditsch também viajou para ir ao laboratório de Curie para supervisionar experiências.

Ellen continuou sua investigação sobre os isótopos, às vezes trabalhando com sua irmã química. Ela publicou um livro sobre isótopos, que foi traduzido para o Inglês e vendeu tão bem que teve de ser republicado em um ano após a sua publicação. Em 1929, a Universidade de Oslo, finalmente, a nomeou como professora de química, fazendo dela a segunda mulher a Oslo para ser nomeada para esse nível.





Ellen Gleditsch morreu depois de um acidente vascular cerebral em 1968, aos 88 anos.


Traduzido do Answers
04:40 Mulheres na ciência


Nasceu em 29 de dezembro de 1879, em Mandal, Noruega, a primeira dos dez filhos de Karl Kristian Gleditsch, um professor, e Petra Birgitte (Hansen) Gleditsch, pessoas intelectualmente e politicamente liberais. As crianças foram expostas a atividades culturais, musical, e naturais, além de seus estudos regulares.

Gleditsch se formou no colegial em 1895 como vale-dictorian, com os mais altos graus da ciência e da matemática. Ela não podia entrar na universidade porque não estava aberta para as mulheres no momento, então ela começou a treinar como uma farmacologista em Tromso, e completou sua licenciatura em farmacologia no ano de 1902.

Assistente de Marie Curie


Por seus estudos envolver química e devido ao seu grau de conhecimento, ela foi qualificada para fazer cursos na Universidade de Oslo, sendo o químico Eyvind Bodtker responsável por convidá-la para estudar no laboratório da universidade. Em 1903, ela foi assistente no laboratório de química, e em 1906 ela foi autorizada a fazer o exame de acesso à universidade, no qual ela passou. Bodtker, que se tornou um amigo ao longo da vida sugeriu que ela continuasse a sua formação no laboratório de Marie Curie em Paris, o que ocorreu em 1907. A maior parte de seu trabalho no laboratório de Curie envolveu a análise de urânio e rádio em minerais radioativos.

Meia vida do Rádio

Gleditsch voltou para a Noruega para visitar periodicamente sua família e, em 1912, voltou a ficar depois de receber seu Licencée ès Sciences de Sorbonne em Paris. Foi oferecida para Ellen uma bolsa de estudos na Universidade de Oslo, onde supervisionou o laboratório e uma palestra sobre radioatividade. Uma das pessoas mais experientes em radioquímica da universidade, ela continuou seu estudo sobre meia-vida do rádio, mas tornou-se desencorajada pelo isolamento e pela falta de equipamentos. A esperança de melhores oportunidades chegou em 1913 na forma de uma bolsa de estudos da Fundação Americano-Escandinava para estudar nos Estados Unidos. 

Em 1914 Gleditsch escreveu Theodore Lymann em Harvard e Bertram Boltwood em Yale, pedindo para trabalhar em seus laboratórios. Lymann informou que nenhuma mulher jamais havia trabalhado em seu laboratório e ele não tinha a intenção de mudar isso. Boltwood era mais educado, tentando desencoraja-la com reivindicações de espaço mínimo. 

Implacável, Gleditsch foi para Yale e mesmo assim passou um ano lá onde ela estabeleceu a meia-vida do rádio: 1,686 anos. O número dela permaneceu o padrão por muitos anos, até que foi ajustado para 1620 anos. Meia-vida refere-se à quantidade de tempo que leva para metade dos átomos de uma substância radioativa para se decompor. Medir a meia-vida do rádio foi importante no estudo da radioatividade, pois poderia ser utilizado como uma constante para estudar outros elementos. Este trabalho trouxe elogios e respeito na comunidade científica. O Smith College atribuiu-lhe um grau honorário de Doutor de Ciência e Lyman mudou de idéia sobre ter mulheres em seu laboratório. Boltwood mesmo ajudou a publicar seus resultados na revista American Journal of Science.

Gleditsch e sua ajuda para confirmar a existência de Isótopos


Outra contribuição significativa de Gleditsch para a química foi a sua parte para confirmar a existência de isótopos. Isótopos são dois ou mais átomos de um elemento que possuem o mesmo número atômico e químico comportamento, mas massa atômica diferente e propriedades físicas. O químico britânico Frederick Soddy havia sugerido que os átomos de um elemento podem ter diferentes pesos atômicos, mas a maioria dos cientistas afirmou que o peso atômico foi fixado dentro de um átomo. O químico americano Theodore Richards foi considerado o especialista na área no momento, por isso, como muitos outros cientistas que tentam provar a existência de isótopos, Gleditsch enviou uma amostra de chumbo para ele analisar. Amostra de Gleditsch foi tão livre de erros que ele foi o único que provou a existência de isótopos.

Seu trabalho finalmente ganhou o seu respeito e Ellen foi nomeada uma leitora em química na Universidade de Oslo, em 1916. Embora não tenha sido a posição da faixa de posse, foi uma melhoria sobre a comunhão de baixa remuneração que ela tinha antes. Em 1917, Gleditsch co-autora de dois livros de química, um dos quais foi o primeiro de seu tipo escrito por escandinavos. Nesse mesmo ano, tornou-se membro da Academia de Ciências de Oslo, apenas a segunda mulher a ser eleita.

Gleditsch sempre foi ativa na promoção da reputação das mulheres em termos acadêmicos. Em 1919, co-fundou a Associação de Mulheres Acadêmicas, para o qual ela atuou como presidente 1924-1928. Ela também atuou como presidente da Federação Internacional de Mulheres Universitárias 1926-1929, cargo que lhe permitiu viajar e palestras extensivamente. Ela começou uma série de palestras de rádio e escreveu biografias e trabalhos de pesquisa em várias línguas, a fim de manter o público e outros cientistas informados na pesquisa científica e avanços. Durante os anos 1920 Gleditsch também viajou para ir ao laboratório de Curie para supervisionar experiências.

Ellen continuou sua investigação sobre os isótopos, às vezes trabalhando com sua irmã química. Ela publicou um livro sobre isótopos, que foi traduzido para o Inglês e vendeu tão bem que teve de ser republicado em um ano após a sua publicação. Em 1929, a Universidade de Oslo, finalmente, a nomeou como professora de química, fazendo dela a segunda mulher a Oslo para ser nomeada para esse nível.





Ellen Gleditsch morreu depois de um acidente vascular cerebral em 1968, aos 88 anos.


Traduzido do Answers

sábado, 3 de agosto de 2013

Nasceu como Marie-Anne Pierrette Paulze, em 1758 na França. Química e ilustradora francesa.

Órfã de mãe aos três anos, seu pai a enviou para um convento aonde recebeu uma excelente educação: era muito inteligente, sabia vários idiomas e era uma boa desenhista. Aos catorze anos, seu pai a casou com Antoine Lavoisier (1743-1794) um nobre advogado de 28 anos, geólogo e químico.

Ela se interessou pelas investigações cientificas de Antoine. Deste modo, Marie-Anne teve lições de química com Jean-Baptiste Bucquet, que lhe permitiram tornar-se assistente de Lavoisier. Ela anotava as observações, desenhava diagramas e gravava e talhava os instrumentos do laboratório. 

Marie-Anne era encarregada da correspondência científica de seu esposo. Como sabia latim e inglês,  traduzia os tratados de química de vários cientistas. O mais importante foi “Teoria do flogisto” do cientista Irlandês, químico e geólogo Richard Kirwan. Marie-Anne não somente traduziu o seu trabalho, bem como agregou comentários muito precisos sobre os erros químicos que encontrava. O flogisto é um elemento parecido com o fogo, que carece de peso, e se libera durante a combustão. Antoine Lavoisier chamou oxigênio o gás liberado na combustão.

Em 1789 Lavoisier publicou o primeiro texto da química moderna, “Tratado Elemental da química”, no qual detalhava os 23 elementos conhecidos como base de todas reações químicas. Marie-Anne realizou as gravuras em cobre desta obra, além das pinturas e aquarelas. O casal também realizou trabalhos científicos sobre os alimentos, pois os consideravam como combustíveis para repor as energias. Marie-Anne organizou um salão intelectual na sua casa com cientistas e naturalistas da época,  aonde foi muito admirada pela sua inteligência.


Em 1974, durante a Revolução Francesa, em pleno Reinado do Terror, o pai de Marie-Anne e logo seu esposo, foram acusados de traição, e executados em Paris: Lavoisier tinha 50 anos. Depois da sua morte,  Marie-Anne organizou todos os trabalhos que haviam feitos juntos e em 1805 publicou “Memórias da química” com o nome de seu marido apenas.

Casou-se de novo em 1804 com o cientista Benjamim Thompson (1753-1814), porém sua intolerância por seu salão cultural e seu rechaço em incluí-la em sua vida de experimentador, os levou a divorciarem-se em poucos anos. Marie-Anne manteve o apelido de seu primeiro esposo, sua personalidade foi ofuscada pela figura dele, poucos reconheceram sua valia e aporte para ciência, sempre foi a esposa do cientista Lavoisier.


Marie-Anne Lavoisier faleceu em 1836 na sua casa de Paris, aos 78 anos de idade.

Traduzido do Mujeres que Hacen la Historia
15:54 Mulheres na ciência
Nasceu como Marie-Anne Pierrette Paulze, em 1758 na França. Química e ilustradora francesa.

Órfã de mãe aos três anos, seu pai a enviou para um convento aonde recebeu uma excelente educação: era muito inteligente, sabia vários idiomas e era uma boa desenhista. Aos catorze anos, seu pai a casou com Antoine Lavoisier (1743-1794) um nobre advogado de 28 anos, geólogo e químico.

Ela se interessou pelas investigações cientificas de Antoine. Deste modo, Marie-Anne teve lições de química com Jean-Baptiste Bucquet, que lhe permitiram tornar-se assistente de Lavoisier. Ela anotava as observações, desenhava diagramas e gravava e talhava os instrumentos do laboratório. 

Marie-Anne era encarregada da correspondência científica de seu esposo. Como sabia latim e inglês,  traduzia os tratados de química de vários cientistas. O mais importante foi “Teoria do flogisto” do cientista Irlandês, químico e geólogo Richard Kirwan. Marie-Anne não somente traduziu o seu trabalho, bem como agregou comentários muito precisos sobre os erros químicos que encontrava. O flogisto é um elemento parecido com o fogo, que carece de peso, e se libera durante a combustão. Antoine Lavoisier chamou oxigênio o gás liberado na combustão.

Em 1789 Lavoisier publicou o primeiro texto da química moderna, “Tratado Elemental da química”, no qual detalhava os 23 elementos conhecidos como base de todas reações químicas. Marie-Anne realizou as gravuras em cobre desta obra, além das pinturas e aquarelas. O casal também realizou trabalhos científicos sobre os alimentos, pois os consideravam como combustíveis para repor as energias. Marie-Anne organizou um salão intelectual na sua casa com cientistas e naturalistas da época,  aonde foi muito admirada pela sua inteligência.


Em 1974, durante a Revolução Francesa, em pleno Reinado do Terror, o pai de Marie-Anne e logo seu esposo, foram acusados de traição, e executados em Paris: Lavoisier tinha 50 anos. Depois da sua morte,  Marie-Anne organizou todos os trabalhos que haviam feitos juntos e em 1805 publicou “Memórias da química” com o nome de seu marido apenas.

Casou-se de novo em 1804 com o cientista Benjamim Thompson (1753-1814), porém sua intolerância por seu salão cultural e seu rechaço em incluí-la em sua vida de experimentador, os levou a divorciarem-se em poucos anos. Marie-Anne manteve o apelido de seu primeiro esposo, sua personalidade foi ofuscada pela figura dele, poucos reconheceram sua valia e aporte para ciência, sempre foi a esposa do cientista Lavoisier.


Marie-Anne Lavoisier faleceu em 1836 na sua casa de Paris, aos 78 anos de idade.

Traduzido do Mujeres que Hacen la Historia

12:04 Mulheres na ciência


A jovem Brittany Wenger, 18 anos, ensinou o computador como diagnosticar leucemia, através da criação de uma ferramenta de diagnóstico para os médicos de usarem.

Ela é estudante de Sarasota, na Flórida e construiu uma "rede neural artificial" customizada, baseada na nuvem para encontrar padrões em perfis de expressão genética para diagnosticar pacientes com uma forma agressiva de câncer chamado leucemia de linhagem mista (MLL).

Uma vez que as redes neurais artificiais são programas que modelam os neurônios do cérebro e suas interconexões, Wenger disse que "pode ​​realmente aprender a detectar coisas que transcendem o conhecimento humano."

A leucemia de linhagem mista geralmente tem prognóstico ruim, e a taxa de sobrevivência é de cinco anos é de apenas 40%. Desde que Brittany disse que "diferentes tipos de câncer têm diferentes impressões digitais moleculares", ela descobriu quatro expressões de genes específicos no corpo que podem ser direcionados para criar drogas específicas para MLL. Isto quer dizer que, além de criar uma ferramenta de diagnóstico,os resultados dessa ferramenta podem auxiliar na criação de novos tratamentos.


Wenger, que em breve estará se formando em breve na The Academy Out-of-Door em Sarasota,também usou a tecnologia da inteligência artificial para diagnosticar o câncer de mama. Com um procedimento não invasivo, essa tecnologia foi capaz de ajudar a determinar se o tumor da mama é maligno ou benigno.

Tudo começou na sétima série, quando Brittany fez um curso de pensamento futurista. Ela tornou-se obcecada com o conceito de inteligência artificial, e começou a aprender a codificar. Mais tarde a questão atingiu perto de casa, pois sua prima foi diagnosticada com câncer de mama. Então, ela ficou interessada em aplicar sua paixão em inteligência artificial no seu novo interesse: o diagnóstico de câncer de mama, no qual trabalhou por alguns anos. Mas Wenger provar que a infra-estrutura que ela construiu poderia trabalhar com múltiplas doenças e isso a levou para inovação  diagnóstico do câncer MLL.

Wenger foi reconhecida pela Intel Internacional Science and Engineering Fair em Phoenix por seu trabalho no diagnóstico de leucemia. Maior feira de ciências do mundo, reuniu 1.600 finalistas do ensino médio de todo o mundo, que competiram por mais de US $ 4 milhões em prêmios. Wenger recebeu um prêmio de US$ 3.000 na categoria de ciência da computação da competição, o CS do Google Conecte de $ 10.000 prêmio e um prêmio de US$ 500 da IEEE Computer Society. 

Além disso, em março, ela ganhou o oitavo lugar e US$ 20.000 do Science Talent Search, um prestigiado concurso de ciências do ensino médio da Intel, por seu trabalho no diagnóstico de câncer de mama.

Avançando, Wenger disse que quer ser uma oncologista pediátrica, e vai prosseguir os seus estudos na Universidade de Duke. Usando seu fundo da ciência da computação ela também quer continuar sua pesquisa para ajudar as pessoas que estão trabalhando para encontrar a cura para o câncer.

Fonte: Mashable

11:45 Mulheres na ciência

A jovem Brittany Wenger, 18 anos, ensinou o computador como diagnosticar leucemia, através da criação de uma ferramenta de diagnóstico para os médicos de usarem.

Ela é estudante de Sarasota, na Flórida e construiu uma "rede neural artificial" customizada, baseada na nuvem para encontrar padrões em perfis de expressão genética para diagnosticar pacientes com uma forma agressiva de câncer chamado leucemia de linhagem mista (MLL).

Uma vez que as redes neurais artificiais são programas que modelam os neurônios do cérebro e suas interconexões, Wenger disse que "pode ​​realmente aprender a detectar coisas que transcendem o conhecimento humano."

A leucemia de linhagem mista geralmente tem prognóstico ruim, e a taxa de sobrevivência é de cinco anos é de apenas 40%. Desde que Brittany disse que "diferentes tipos de câncer têm diferentes impressões digitais moleculares", ela descobriu quatro expressões de genes específicos no corpo que podem ser direcionados para criar drogas específicas para MLL. Isto quer dizer que, além de criar uma ferramenta de diagnóstico,os resultados dessa ferramenta podem auxiliar na criação de novos tratamentos.


Wenger, que em breve estará se formando em breve na The Academy Out-of-Door em Sarasota,também usou a tecnologia da inteligência artificial para diagnosticar o câncer de mama. Com um procedimento não invasivo, essa tecnologia foi capaz de ajudar a determinar se o tumor da mama é maligno ou benigno.

Tudo começou na sétima série, quando Brittany fez um curso de pensamento futurista. Ela tornou-se obcecada com o conceito de inteligência artificial, e começou a aprender a codificar. Mais tarde a questão atingiu perto de casa, pois sua prima foi diagnosticada com câncer de mama. Então, ela ficou interessada em aplicar sua paixão em inteligência artificial no seu novo interesse: o diagnóstico de câncer de mama, no qual trabalhou por alguns anos. Mas Wenger provar que a infra-estrutura que ela construiu poderia trabalhar com múltiplas doenças e isso a levou para inovação  diagnóstico do câncer MLL.

Wenger foi reconhecida pela Intel Internacional Science and Engineering Fair em Phoenix por seu trabalho no diagnóstico de leucemia. Maior feira de ciências do mundo, reuniu 1.600 finalistas do ensino médio de todo o mundo, que competiram por mais de US $ 4 milhões em prêmios. Wenger recebeu um prêmio de US$ 3.000 na categoria de ciência da computação da competição, o CS do Google Conecte de $ 10.000 prêmio e um prêmio de US$ 500 da IEEE Computer Society. 

Além disso, em março, ela ganhou o oitavo lugar e US$ 20.000 do Science Talent Search, um prestigiado concurso de ciências do ensino médio da Intel, por seu trabalho no diagnóstico de câncer de mama.

Avançando, Wenger disse que quer ser uma oncologista pediátrica, e vai prosseguir os seus estudos na Universidade de Duke. Usando seu fundo da ciência da computação ela também quer continuar sua pesquisa para ajudar as pessoas que estão trabalhando para encontrar a cura para o câncer.

Fonte: Mashable


10:55 Mulheres na ciência


A Jovem americana Eesha Khare, 18 anos, criou uma bateria que pode ser recarregada totalmente em 20 ou 30 segundos. A invenção foi apresentada à Intel, que considerou a novidade revolucionária.

O dispositivo, uma espécie de supercapacitor, consegue armazenar uma grande quantidade de energia em uma estrutura pequena. O sistema aguenta 10 mil ciclos de recarga, o que significa 10 vezes mais potência do que a maioria das baterias recarregáveis. Não há risco de vazamento porque não há fluidos dentro dele.

Tudo isso graças à nanotecnologia. O supercapacitor consegue guardar muita energia em pouco espaço, carrega rápido e se desgasta mais devagar que baterias atuais.

Khare usou a bateria para alimentar lâmpadas de LED. Mas imagina o uso do dispositivo em celulares e em outros aparelhos alimentados por baterias que precisam de recarga constantemente.

A estudante ressalta que há muitas aplicações e vantagens para esse tipo de bateria. Ela é flexível e pode ser usada também em telas finas e em roupas.

A invenção rendeu a Khare o segundo lugar no Prêmio Jovem Cientista da Fundação Intel, na Feira Internacional de Ciência e Engenharia da Intel, que aconteceu nos Estados Unidos. A garota recebeu aproximadamente 100 mil reais pela invenção.


Fonte: Exame.com
10:50 Mulheres na ciência

A Jovem americana Eesha Khare, 18 anos, criou uma bateria que pode ser recarregada totalmente em 20 ou 30 segundos. A invenção foi apresentada à Intel, que considerou a novidade revolucionária.

O dispositivo, uma espécie de supercapacitor, consegue armazenar uma grande quantidade de energia em uma estrutura pequena. O sistema aguenta 10 mil ciclos de recarga, o que significa 10 vezes mais potência do que a maioria das baterias recarregáveis. Não há risco de vazamento porque não há fluidos dentro dele.

Tudo isso graças à nanotecnologia. O supercapacitor consegue guardar muita energia em pouco espaço, carrega rápido e se desgasta mais devagar que baterias atuais.

Khare usou a bateria para alimentar lâmpadas de LED. Mas imagina o uso do dispositivo em celulares e em outros aparelhos alimentados por baterias que precisam de recarga constantemente.

A estudante ressalta que há muitas aplicações e vantagens para esse tipo de bateria. Ela é flexível e pode ser usada também em telas finas e em roupas.

A invenção rendeu a Khare o segundo lugar no Prêmio Jovem Cientista da Fundação Intel, na Feira Internacional de Ciência e Engenharia da Intel, que aconteceu nos Estados Unidos. A garota recebeu aproximadamente 100 mil reais pela invenção.


Fonte: Exame.com

05:02 Mulheres na ciência

sexta-feira, 2 de agosto de 2013


A turca Elif Bilgin descobriu que os amidos e celulose presentes na camada exterior da banana, depois de passarem por um processo químico, forma uma material, um bioplástico, que pode ser usado em isoladores de cabos e próteses médicas. Esse bioplástico substituirá a necessidade do uso do petróleo e reduzirá a poluição. 

A jovem Elfie passou dois anos aperfeiçoando sua técnica de transformação das cascas da banana em bioplástico. Percebendo  que as cascas de manga eram usadas em outros lugares pela indústria do plástico, ela supôs que essas cascas também poderiam ser uma fonte de matéria-prima. Na Tailândia, ela notou, são diariamente descartadas 200 toneladas de casca de banana que podem ser destinados a um uso melhor do que enchendo montes de lixo. 

O trabalho de Elif lhe rendeu um prêmio de US$ 50.00 numa competição da Scientific American Science, bem como a honra de ser uma das finalistas na Google Science Fair.

Elif pretende investir o prêmio conquistado em sua própria educação e fazer faculdade de medicina, além de construir uma estufa feita completamente de resíduos.

Para mim, isto significa que o meu projeto tem, na verdade, potencial para ser uma solução para o problema crescente da poluição causada pelo plástico à base de petróleo. Também significa que eu iniciei um processo de mudança do mundo, o que me faz já sentir uma vencedora”, disse a jovem turca.

Fonte: Inhabitat


10:54 Mulheres na ciência

A turca Elif Bilgin descobriu que os amidos e celulose presentes na camada exterior da banana, depois de passarem por um processo químico, forma uma material, um bioplástico, que pode ser usado em isoladores de cabos e próteses médicas. Esse bioplástico substituirá a necessidade do uso do petróleo e reduzirá a poluição. 

A jovem Elfie passou dois anos aperfeiçoando sua técnica de transformação das cascas da banana em bioplástico. Percebendo  que as cascas de manga eram usadas em outros lugares pela indústria do plástico, ela supôs que essas cascas também poderiam ser uma fonte de matéria-prima. Na Tailândia, ela notou, são diariamente descartadas 200 toneladas de casca de banana que podem ser destinados a um uso melhor do que enchendo montes de lixo. 

O trabalho de Elif lhe rendeu um prêmio de US$ 50.00 numa competição da Scientific American Science, bem como a honra de ser uma das finalistas na Google Science Fair.

Elif pretende investir o prêmio conquistado em sua própria educação e fazer faculdade de medicina, além de construir uma estufa feita completamente de resíduos.

Para mim, isto significa que o meu projeto tem, na verdade, potencial para ser uma solução para o problema crescente da poluição causada pelo plástico à base de petróleo. Também significa que eu iniciei um processo de mudança do mundo, o que me faz já sentir uma vencedora”, disse a jovem turca.

Fonte: Inhabitat


domingo, 28 de julho de 2013


15:21 Mulheres na ciência

sábado, 27 de julho de 2013



Nascida em 1956 no Alabama, passou sua infância em Chicago. Cientista, engenheira química, médica e primeira mulher astronauta afro-americana. 

Jemison recebeu uma bolsa para estudar na Universidade Stanford: ali se formou em engenharia química e conseguiu uma licenciatura em estudos africanos e afro-americanos. Mae graduou-se em 1981 como doutora em medicina pela Universidade Cornell.

Enquanto trabalhava como médica na Califórnia, ingressou no programa de treinamento para astronautas, patrocinado pela NASA, e se converteu em astronauta em 1987. Em 1992 foi a primeira mulher astronauta negra na história da NASA, quando formou parte da tripulação do ônibus espacial Endeavour.
12:06 Mulheres na ciência



Nascida em 1956 no Alabama, passou sua infância em Chicago. Cientista, engenheira química, médica e primeira mulher astronauta afro-americana. 

Jemison recebeu uma bolsa para estudar na Universidade Stanford: ali se formou em engenharia química e conseguiu uma licenciatura em estudos africanos e afro-americanos. Mae graduou-se em 1981 como doutora em medicina pela Universidade Cornell.

Enquanto trabalhava como médica na Califórnia, ingressou no programa de treinamento para astronautas, patrocinado pela NASA, e se converteu em astronauta em 1987. Em 1992 foi a primeira mulher astronauta negra na história da NASA, quando formou parte da tripulação do ônibus espacial Endeavour.

terça-feira, 26 de março de 2013



Nasceu em 1872 em Berlim, Alemanha. Primeira mulher a receber um doutorado de física em 1899, pela Universidade de Berlim.
Nascida dentro de uma família rica, com um pai banqueiro, Elsa foi a única dos sete irmãos, que recebeu uma educação superior. Naquela época, as mulheres não podiam seguir estudos universitários, pois não as admitiam como estudantes das universidades da Prússia. Depois de receber aulas particulares em sua casa, e decidida a estudar ciências, Elsa pode assistir em 1894, como estudante convidada de matemática, física, química e filosofia, com previa permissão de cada professor, das universidades de Gottigen e Berlim.

Inteligente e estudiosa, Elsa logrou com o apoio do professor e físico Max Planc (1858-1947) quem desde 1892 era diretor da cátedra de Física teórica. Com uma permissão especial do Ministério da Educação, m 1899 apresentou sua tese: “Sobre a capacidade de polarização de eletrodos reversíveis”, recebendo seu doutorado de física com honores, na universidade de Berlim. Elsa foi pioneira entre as mulheres cientistas da Alemanha.

Este acontecimento teve grande repercussão nos periódicos de Berlim e Elsa utilizou dessa popularidade para fundar em 1900, uma associação que concedia bolsas de estudo para as mulheres que quisessem estudar. Foi sua fundadora e primeira presidente, até 1902; Seus membros eram vários professores de Berlim e grande parte da primeira geração de mulheres estudantes de ciências.

Elsa se mudou para Gran Bretanha onde trabalhou como cientista no Laboratório Cavendish em Cambridge; De volta a Berlim foi uma cientista do laboratório químico privado de Arthur Rosenheim e Richard Meyer. Se converteu em uma estudiosa e foi pioneira na investigação da nova aeronave da Alemanha: em 1902 formou parte da tripulação do dirigível Zeppelin, junto com seu cirador Ferdinand Zeppellin  e outros cientistas. Foi o primeiro artefado coador capaz de ser controlado em um vôo largo.

Um mês depois, em julho de 1902, Elsa Neumann morreu devido um acidente no laboratório em que trabalhava, tinha 29 anos de idade. Em 1904 sua mãe estabeleceu o Premio da Faculdade de Filosofia da Universidade de Berlim, em memória da primeira mulher cientista, que se ortogaria para a melhor  tese de matemática ou física do ano, independentemente do sexo ou religião do autor. Devido a Primeira Guerra Mundial, o premio não voltou a ser ortogado.
Em 1999 a Universidade de Berlim deu uma conferencia em homenagem a Elsa Neumann.

Traduzido do Mujeres que Hacen la Historia

23:30 Mulheres na ciência


Nasceu em 1872 em Berlim, Alemanha. Primeira mulher a receber um doutorado de física em 1899, pela Universidade de Berlim.
Nascida dentro de uma família rica, com um pai banqueiro, Elsa foi a única dos sete irmãos, que recebeu uma educação superior. Naquela época, as mulheres não podiam seguir estudos universitários, pois não as admitiam como estudantes das universidades da Prússia. Depois de receber aulas particulares em sua casa, e decidida a estudar ciências, Elsa pode assistir em 1894, como estudante convidada de matemática, física, química e filosofia, com previa permissão de cada professor, das universidades de Gottigen e Berlim.

Inteligente e estudiosa, Elsa logrou com o apoio do professor e físico Max Planc (1858-1947) quem desde 1892 era diretor da cátedra de Física teórica. Com uma permissão especial do Ministério da Educação, m 1899 apresentou sua tese: “Sobre a capacidade de polarização de eletrodos reversíveis”, recebendo seu doutorado de física com honores, na universidade de Berlim. Elsa foi pioneira entre as mulheres cientistas da Alemanha.

Este acontecimento teve grande repercussão nos periódicos de Berlim e Elsa utilizou dessa popularidade para fundar em 1900, uma associação que concedia bolsas de estudo para as mulheres que quisessem estudar. Foi sua fundadora e primeira presidente, até 1902; Seus membros eram vários professores de Berlim e grande parte da primeira geração de mulheres estudantes de ciências.

Elsa se mudou para Gran Bretanha onde trabalhou como cientista no Laboratório Cavendish em Cambridge; De volta a Berlim foi uma cientista do laboratório químico privado de Arthur Rosenheim e Richard Meyer. Se converteu em uma estudiosa e foi pioneira na investigação da nova aeronave da Alemanha: em 1902 formou parte da tripulação do dirigível Zeppelin, junto com seu cirador Ferdinand Zeppellin  e outros cientistas. Foi o primeiro artefado coador capaz de ser controlado em um vôo largo.

Um mês depois, em julho de 1902, Elsa Neumann morreu devido um acidente no laboratório em que trabalhava, tinha 29 anos de idade. Em 1904 sua mãe estabeleceu o Premio da Faculdade de Filosofia da Universidade de Berlim, em memória da primeira mulher cientista, que se ortogaria para a melhor  tese de matemática ou física do ano, independentemente do sexo ou religião do autor. Devido a Primeira Guerra Mundial, o premio não voltou a ser ortogado.
Em 1999 a Universidade de Berlim deu uma conferencia em homenagem a Elsa Neumann.

Traduzido do Mujeres que Hacen la Historia

domingo, 24 de março de 2013



Laura María Catarina Bassi nasceu em 1711, na Bolonha, Itália. Ilustre filósofa e cientista italiana.

Dotada de uma inteligência precoce, recebeu educação em sua casa, sob a guia de seu primo e médico da família Gaetano Tacconi: estudou matemática, metafísica, lógica, história natural e línguas (grego, latim, francês). Sua ânsia por conhecimento fez com que se dedicasse a atividade intelectual. Laura, com 21 anos, no ano de 1732, na Sala do Palácio Público da Bolonha, realizou um debate com alguns dos doutores mais prestigiosos da época, sobre filosofia e física. Foi aclamada com total êxito e um mês depois recebeu um Doutorado em Filosofia pela Universidade de Bolonha. Obteve um posto de professora em filosofia pela universidade, cargo que ocupou desde 1732 a 1778; foi aceita como membro da Academia de Ciências da Bolonha.

No século XVII surgiu o movimento intelectual conhecido como iluminismo: se desenvolveram as artes humanas e as ciências européias, reafirmava-se o poder da razão humana. Porém, se seguia limitando as mulheres e as impediam de avançar. Laura, apesar de ter sido admitida como professora de filosofia, não podia aceder na hierarquia acadêmica, simplesmente porque era mulher e até impediam Laura de dar conferências públicas. Em 1738 Laura se casou com Giuseppe Veratti doutor em medicina e professor de filosofia natural, com quem teve oito filhos e quem a apoio em suas investigações cientificas.

Inteligente, valente e decidida, desde 1742, ensinou em sua casa, junto com seu marido, turmas de física experimental, difundindo as teorias do cientista Newton. Uns anos depois, em 1749 instalou um laboratório no qual se reuniam cientistas de renome. Dificuldades, obstáculos, criticas, tudo isso Laura suportou com integridade, porém não impediu que continuasse com suas investigações e com o anseio de enriquecer seus conhecimentos.

Ela publicou quase 30 artigos científicos sobre química, física, hidráulica, matemática e mecânica.  Embora tenha sido considera uma mulher de grande inteligência, somente em 1776, dois anos antes de sua morte, obteve a cátedra de física experimental na universidade da Bolonha.

Laura Bassi faleceu em 1778, e ao longo da sua vida, contribuiu para o desenvolvimento cultural e intelectual de sua época.

Traduzido do Mujeres que Hacen la Historia

21:30 Mulheres na ciência


Laura María Catarina Bassi nasceu em 1711, na Bolonha, Itália. Ilustre filósofa e cientista italiana.

Dotada de uma inteligência precoce, recebeu educação em sua casa, sob a guia de seu primo e médico da família Gaetano Tacconi: estudou matemática, metafísica, lógica, história natural e línguas (grego, latim, francês). Sua ânsia por conhecimento fez com que se dedicasse a atividade intelectual. Laura, com 21 anos, no ano de 1732, na Sala do Palácio Público da Bolonha, realizou um debate com alguns dos doutores mais prestigiosos da época, sobre filosofia e física. Foi aclamada com total êxito e um mês depois recebeu um Doutorado em Filosofia pela Universidade de Bolonha. Obteve um posto de professora em filosofia pela universidade, cargo que ocupou desde 1732 a 1778; foi aceita como membro da Academia de Ciências da Bolonha.

No século XVII surgiu o movimento intelectual conhecido como iluminismo: se desenvolveram as artes humanas e as ciências européias, reafirmava-se o poder da razão humana. Porém, se seguia limitando as mulheres e as impediam de avançar. Laura, apesar de ter sido admitida como professora de filosofia, não podia aceder na hierarquia acadêmica, simplesmente porque era mulher e até impediam Laura de dar conferências públicas. Em 1738 Laura se casou com Giuseppe Veratti doutor em medicina e professor de filosofia natural, com quem teve oito filhos e quem a apoio em suas investigações cientificas.

Inteligente, valente e decidida, desde 1742, ensinou em sua casa, junto com seu marido, turmas de física experimental, difundindo as teorias do cientista Newton. Uns anos depois, em 1749 instalou um laboratório no qual se reuniam cientistas de renome. Dificuldades, obstáculos, criticas, tudo isso Laura suportou com integridade, porém não impediu que continuasse com suas investigações e com o anseio de enriquecer seus conhecimentos.

Ela publicou quase 30 artigos científicos sobre química, física, hidráulica, matemática e mecânica.  Embora tenha sido considera uma mulher de grande inteligência, somente em 1776, dois anos antes de sua morte, obteve a cátedra de física experimental na universidade da Bolonha.

Laura Bassi faleceu em 1778, e ao longo da sua vida, contribuiu para o desenvolvimento cultural e intelectual de sua época.

Traduzido do Mujeres que Hacen la Historia

sábado, 23 de março de 2013


Ela foi pioneira na terapia ocupacional, introduzindo este método no Centro Psiquiátrico Pedro II do Rio de Janeiro e, segundo suas próprias palavras, entrara na Psiquiatria "pela via de atalho da ocupação terapêutica, método então considerado pouco importante para os padrões oficiais".

Nise era alagoana e fez seus estudos médicos na Faculdade de Medicina da Bahia (1921-1926) e foi a única mulher numa turma de 157 alunos. Em 1933 entrou para o serviço público, através de concurso, trabalhando no Serviço de Assistência a Psicopatas e Profilaxia Mental, na Praia Vermelha, pertencente da antiga Divisão de Saúde Mental.

O envolvimento de Nise com o marxismo valeu-lhe 15 meses de reclusão no presídio da Frei Caneca, no período de 1936-1934, local onde conheceu Graciliano Ramos, que a descreve no seu famoso livro "Memórias do Cárcere".

Livre da prisão vagou na semiclandestinidade ao lado do marido sanitarista Mario Magalhães devido ao risco de ser novamente presa. Em 17 de abril de 1944 foi reintegrada ao serviço público, sendo lotada no Hospital Pedro II, antigo Centro Psiquiátrico Nacional, no subúrbio do Rio de Janeiro. Nise sentia-se inapta para exercer a tarefa de psiquiatra, pois, era ferozmente contra os choques elétrico, cardiazólico e insulínico, as camisas de força, o isolamento, a psicocirurgia, e outros métodos da época que considerava extremamente brutais e recordavam-lhe as torturas do Estado Novo aplicada aos dissidentes políticos. Sua postura humanista a faria ser uma pioneira das idéias de Laing e Cooper (antipsiquiatria), Basaglia (psiquiatria democrática) e Jones (comunidade terapêutica).

No mesmo ano que entrou no Hospital Pedro II. Nise colaborou com o psiquiatra Fábio Sodré na introdução da TO naquela instituição. Em 1946, sabendo que Nise havia colaborado na implantação da TO no HPII, o então do diretor deste hospital, Paulo Elejalle, entusiasta desta forma de reabilitação psiquiátrica, pediu a ela para criar a Seção de Terapêutica Ocupacional e Reabilitação (STOR) do Centro Psiquiátrico Pedro II, neste mesmo ano. Em 1954 o STOR foi regulamentado pelo próprio Paulo Elejalle através de uma ordem de serviço, e oficializado em 9 de agosto de 1961 pelo decreto presidencial no 51.169.
O STOR tinha alguns setores especializados, mas foi a criação do atelier de pintura que o tornaria famoso. Em pouco tempo o atelier do STOR ganhou notoriedade e a produção dos pacientes tornou-se um material impressionante sobre as imagens da psicose. Para preservar e pesquisar o acervo artístico dos psicóticos (que reúne cerca de 350 mil obras), Nise criaria o internacionalmente famoso Museu de Imagens do Inconsciente em 1952, referência internacional e objeto de estudos e visitas.

Nise introduziu ainda animais (gatos e cães) em seu serviço como forma de atrair a afetividade dos psicóticos estabelecendo uma ponte com o mundo real. 

Nise estudou a TO sob todos os pontos de vista da época (Kraepelin, Bleuler, Schneider, Simon, Freud, Jung) justificando-a sob todos os ângulos, sem contudo subordinar-se intelectualmente a nenhuma destas escolas, apesar de ter encontrado na psicologia profunda de Jung a base para explicar a produção artística dos psicóticos no atelier de pintura do STOR, bem como a possível linguagem para entender o processo da psicose. Em 1956 ela criou a Casa das Palmeiras, uma instituição externa para atendimentos dos padecentes mentais sem internação ou restrição de liberdade. Aí se iniciou um projeto nos moldes em que Nise concebia a psiquiatria, e que foi precursor do atual hospital-dia, lares abrigados e centros de convivência. A Casa das Palmeiras foi reconhecida como de utilidade pública por decreto municipal em 1963.
O embasamento de sua experiência com a arte dos psicóticos, e a descoberta da Psicologia Junguiana como o suporte teórico que necessitava para compreender toda aquela a linguagem do inconsciente manifestada naquele acervo, fez Nise evoluir naturalmente da TO para a Psicologia Profunda e tornar-se a maior autoridade em Psicologia Junguiana no Brasil. 

O encontro de Nise com a psicologia Junguiana não foi obra do acaso. Ao iniciar a terapia ocupacional com psicóticos no CPPII, usando a pintura, o desenho e a modelagem, logo ela percebeu algo singular: uma profusão de figuras circulares ou "mandalas", e a recorrência de temas mitológicas e religiosas, e logo percebeu que estava lidando com uma produção viva do inconsciente daqueles pacientes. Foi em Jung que ela encontrou semelhante observações e um sistema teórico que procura interpretar estes achados.

Em 1954 travou contato com Jung através de cartas, onde discutia as mandalas de seus psicóticos. Desde então, Jung impressionou-se com o material do Museu de Imagens do Inconsciente e aconselhou Nise a estudar mitologia e religiões comparadas para encontrar a fonte ou arquétipos de tudo aquilo, que ele afirmava, como ela já percebera lendo suas obras, ser a manifestação do inconsciente coletivo.
O primeiro encontro entre Nise e Jung se deu em 1957, no II Congresso Internacional de Psiquiatria, em Zurique. Jung inaugurou a exposição "Esquizofrenia em Imagens", do Museu de Imagens do Inconsciente, na presença da Nise que fora para a Suíça com bolsa do CNPq. Esta mostra causou uma enorme sensação e foi o reconhecimento mundial definitivo das idéias e do trabalho de Nise da Silveira. Nise completou sua supervisão em psicanálise Junguiana com Marie Louise von Franz, a assistente de Jung, viajando para Zurique algumas vezes e também mediante troca de cartas com Franz, resultando uma estreita e profícua amizade entre essas duas grandes mulheres.

Produção literária:

Detentora de numerosos títulos, comenda e medalhas de mérito, Nise teve amplo reconhecimento em vida de sua obra e contribuição para a psiquiatria. Publicou alguns artigos em jornais e revistas populares, e seus artigos acadêmicos são poucos, todos em língua portuguesa e em revistas nacionais.

Fonte: Museu de Psquiatria Brasileiro





12:34 Mulheres na ciência

Ela foi pioneira na terapia ocupacional, introduzindo este método no Centro Psiquiátrico Pedro II do Rio de Janeiro e, segundo suas próprias palavras, entrara na Psiquiatria "pela via de atalho da ocupação terapêutica, método então considerado pouco importante para os padrões oficiais".

Nise era alagoana e fez seus estudos médicos na Faculdade de Medicina da Bahia (1921-1926) e foi a única mulher numa turma de 157 alunos. Em 1933 entrou para o serviço público, através de concurso, trabalhando no Serviço de Assistência a Psicopatas e Profilaxia Mental, na Praia Vermelha, pertencente da antiga Divisão de Saúde Mental.

O envolvimento de Nise com o marxismo valeu-lhe 15 meses de reclusão no presídio da Frei Caneca, no período de 1936-1934, local onde conheceu Graciliano Ramos, que a descreve no seu famoso livro "Memórias do Cárcere".

Livre da prisão vagou na semiclandestinidade ao lado do marido sanitarista Mario Magalhães devido ao risco de ser novamente presa. Em 17 de abril de 1944 foi reintegrada ao serviço público, sendo lotada no Hospital Pedro II, antigo Centro Psiquiátrico Nacional, no subúrbio do Rio de Janeiro. Nise sentia-se inapta para exercer a tarefa de psiquiatra, pois, era ferozmente contra os choques elétrico, cardiazólico e insulínico, as camisas de força, o isolamento, a psicocirurgia, e outros métodos da época que considerava extremamente brutais e recordavam-lhe as torturas do Estado Novo aplicada aos dissidentes políticos. Sua postura humanista a faria ser uma pioneira das idéias de Laing e Cooper (antipsiquiatria), Basaglia (psiquiatria democrática) e Jones (comunidade terapêutica).

No mesmo ano que entrou no Hospital Pedro II. Nise colaborou com o psiquiatra Fábio Sodré na introdução da TO naquela instituição. Em 1946, sabendo que Nise havia colaborado na implantação da TO no HPII, o então do diretor deste hospital, Paulo Elejalle, entusiasta desta forma de reabilitação psiquiátrica, pediu a ela para criar a Seção de Terapêutica Ocupacional e Reabilitação (STOR) do Centro Psiquiátrico Pedro II, neste mesmo ano. Em 1954 o STOR foi regulamentado pelo próprio Paulo Elejalle através de uma ordem de serviço, e oficializado em 9 de agosto de 1961 pelo decreto presidencial no 51.169.
O STOR tinha alguns setores especializados, mas foi a criação do atelier de pintura que o tornaria famoso. Em pouco tempo o atelier do STOR ganhou notoriedade e a produção dos pacientes tornou-se um material impressionante sobre as imagens da psicose. Para preservar e pesquisar o acervo artístico dos psicóticos (que reúne cerca de 350 mil obras), Nise criaria o internacionalmente famoso Museu de Imagens do Inconsciente em 1952, referência internacional e objeto de estudos e visitas.

Nise introduziu ainda animais (gatos e cães) em seu serviço como forma de atrair a afetividade dos psicóticos estabelecendo uma ponte com o mundo real. 

Nise estudou a TO sob todos os pontos de vista da época (Kraepelin, Bleuler, Schneider, Simon, Freud, Jung) justificando-a sob todos os ângulos, sem contudo subordinar-se intelectualmente a nenhuma destas escolas, apesar de ter encontrado na psicologia profunda de Jung a base para explicar a produção artística dos psicóticos no atelier de pintura do STOR, bem como a possível linguagem para entender o processo da psicose. Em 1956 ela criou a Casa das Palmeiras, uma instituição externa para atendimentos dos padecentes mentais sem internação ou restrição de liberdade. Aí se iniciou um projeto nos moldes em que Nise concebia a psiquiatria, e que foi precursor do atual hospital-dia, lares abrigados e centros de convivência. A Casa das Palmeiras foi reconhecida como de utilidade pública por decreto municipal em 1963.
O embasamento de sua experiência com a arte dos psicóticos, e a descoberta da Psicologia Junguiana como o suporte teórico que necessitava para compreender toda aquela a linguagem do inconsciente manifestada naquele acervo, fez Nise evoluir naturalmente da TO para a Psicologia Profunda e tornar-se a maior autoridade em Psicologia Junguiana no Brasil. 

O encontro de Nise com a psicologia Junguiana não foi obra do acaso. Ao iniciar a terapia ocupacional com psicóticos no CPPII, usando a pintura, o desenho e a modelagem, logo ela percebeu algo singular: uma profusão de figuras circulares ou "mandalas", e a recorrência de temas mitológicas e religiosas, e logo percebeu que estava lidando com uma produção viva do inconsciente daqueles pacientes. Foi em Jung que ela encontrou semelhante observações e um sistema teórico que procura interpretar estes achados.

Em 1954 travou contato com Jung através de cartas, onde discutia as mandalas de seus psicóticos. Desde então, Jung impressionou-se com o material do Museu de Imagens do Inconsciente e aconselhou Nise a estudar mitologia e religiões comparadas para encontrar a fonte ou arquétipos de tudo aquilo, que ele afirmava, como ela já percebera lendo suas obras, ser a manifestação do inconsciente coletivo.
O primeiro encontro entre Nise e Jung se deu em 1957, no II Congresso Internacional de Psiquiatria, em Zurique. Jung inaugurou a exposição "Esquizofrenia em Imagens", do Museu de Imagens do Inconsciente, na presença da Nise que fora para a Suíça com bolsa do CNPq. Esta mostra causou uma enorme sensação e foi o reconhecimento mundial definitivo das idéias e do trabalho de Nise da Silveira. Nise completou sua supervisão em psicanálise Junguiana com Marie Louise von Franz, a assistente de Jung, viajando para Zurique algumas vezes e também mediante troca de cartas com Franz, resultando uma estreita e profícua amizade entre essas duas grandes mulheres.

Produção literária:

Detentora de numerosos títulos, comenda e medalhas de mérito, Nise teve amplo reconhecimento em vida de sua obra e contribuição para a psiquiatria. Publicou alguns artigos em jornais e revistas populares, e seus artigos acadêmicos são poucos, todos em língua portuguesa e em revistas nacionais.

Fonte: Museu de Psquiatria Brasileiro





domingo, 24 de fevereiro de 2013


Nasceu  em 1928 na Filadelfia, Estados Unidos.  Astrônoma estadunidense.

Desde criança mostrou um grande interesse pelo movimento das estrelas que observava em seu telescópio que seu pai, um engenheiro elétrico, construiu . Vera ingressou em 1945 no Vassar College – escola somente para mulheres, fundada em Nova York em 1861 – motivada  pela perseverança e os trabalhos de Maria Mitchell, primeira diretora desta instituição. Terminou seus estudos em astronomia em 1948, e nesse mesmo ano se casou com Robert Rubin, que encorajava seus estudos.

Vera ingressou na Universidade de Cornell, graduando-se em 1951; Apresentou sua tese na Sociedade Americana Astronômica, baseada na idéia de que as galáxias estariam girando ao redor de um centro desconhecido. Depois de sua rejeição na Universidade de Princeton, porque não aceitavam mulheres, com decisão e persistência entrou na Universidade de Georgetown, em Washington D.C., aonde continuou estudando Astronomia e em 1954 realizou a sua tese de doutorado em que mostrou que as galáxias não se distribuíam aleatoriamente no céu, mas que se agrupavam em grandes associações. Nenhuma pessoa se interessou em seu trabalho, nem publicou em revistas cientificas; Porém estas descobertas foram confirmadas  15 anos depois.

Na década de 1950 Vera alternou a docência e investigação com a maternidade, já que teve quatro filhos que, com o tempo seguiriam carreiras cientificas. Em 1963 se uniu ao trabalho do casal Geoffrey e Margaret Burbidge publicando uma investigação em conjunto sobre a existência dos fenômenos explosivos nos núcleos de algumas galáxias.

Passada a segunda metade do século XX, seguiam as discriminações contra as mulheres na ciência: não as deixavam utilizar os telescópios, por isso não podiam desenvolver-se profissionalmente. Em 1964 Vera começou a trabalhar no Departamento de Magnetismo Terrestre da  Instituição Carnegie e se converteu na primeira mulher  que observou o céu utilizando o telescópio do Monte Palomar de forma legal, com seu próprio nome como cientista convidado.

O astrônomo W. Kent Ford desenvolveu o espectrômetro que permitia medir a velocidade das estrelas nas galáxias espirais. Vera  e Kent Ford estudaram regiões pequenas dentro das galáxias e ali observaram a emissão de luz com diferentes partes em suas espirais: estudaram as chamadas “curvas planas de rotação”. Em 1975, na reunião da Sociedade Estadunidense de Astronomia, Vera e Kent anunciaram a toda comunidade cientifica que as galáxias espirais deixavam espaços vazios entre elas e que havia uma menor porção de massa luminosa e o restante , muito maior, não era visível, mas estava em forma de matéria escura, que correspondia a quase 90% do universo, embora não emitisse luz, era detectável pelo efeito gravitacional que produzia.

Apesar das dificuldades, Vera Rubin, brilhante astrônoma, tem contribuído com suas investigações e dedicação ao conhecimento do universo, e tomou um lugar reconhecido no mundo cientifico. Ela tem recebido honras e distinções pelos seus trabalhos: em 1996 a Medalha de ouro concedida pela Sociedade Astronômica Royal (Reino Unido) segunda  mulher a recebê-lo, depois que passaram mais de 160 anos de que fora outorgada a Carolina Herschel (em 1828); Medalha Bruce em Astronomia (Astronomical Society of The Pacific, usa) em 2003. Tem sido merecedora do titulo Doctor Honoris Causa em varias universidades.

Vera é co-autora de 114 artigos de investigação e publicou vários artigos científicos com sua única filha Judith Young, doutora em Física, formando um das poucas parcerias mãe-filha  na Astronomia.  Ela deu numerosas conferencias e entrevistas. É membro da Academia Nacional de Ciências desde 1981 e considera que “é um privilegio ser uma pioneira entre as mulheres fascinadas com as galáxias”.

Vera segue investigando e é muito querida e respeitada.

Traduzido do Mujeres que Hacen la Historia


21:00 Mulheres na ciência

Nasceu  em 1928 na Filadelfia, Estados Unidos.  Astrônoma estadunidense.

Desde criança mostrou um grande interesse pelo movimento das estrelas que observava em seu telescópio que seu pai, um engenheiro elétrico, construiu . Vera ingressou em 1945 no Vassar College – escola somente para mulheres, fundada em Nova York em 1861 – motivada  pela perseverança e os trabalhos de Maria Mitchell, primeira diretora desta instituição. Terminou seus estudos em astronomia em 1948, e nesse mesmo ano se casou com Robert Rubin, que encorajava seus estudos.

Vera ingressou na Universidade de Cornell, graduando-se em 1951; Apresentou sua tese na Sociedade Americana Astronômica, baseada na idéia de que as galáxias estariam girando ao redor de um centro desconhecido. Depois de sua rejeição na Universidade de Princeton, porque não aceitavam mulheres, com decisão e persistência entrou na Universidade de Georgetown, em Washington D.C., aonde continuou estudando Astronomia e em 1954 realizou a sua tese de doutorado em que mostrou que as galáxias não se distribuíam aleatoriamente no céu, mas que se agrupavam em grandes associações. Nenhuma pessoa se interessou em seu trabalho, nem publicou em revistas cientificas; Porém estas descobertas foram confirmadas  15 anos depois.

Na década de 1950 Vera alternou a docência e investigação com a maternidade, já que teve quatro filhos que, com o tempo seguiriam carreiras cientificas. Em 1963 se uniu ao trabalho do casal Geoffrey e Margaret Burbidge publicando uma investigação em conjunto sobre a existência dos fenômenos explosivos nos núcleos de algumas galáxias.

Passada a segunda metade do século XX, seguiam as discriminações contra as mulheres na ciência: não as deixavam utilizar os telescópios, por isso não podiam desenvolver-se profissionalmente. Em 1964 Vera começou a trabalhar no Departamento de Magnetismo Terrestre da  Instituição Carnegie e se converteu na primeira mulher  que observou o céu utilizando o telescópio do Monte Palomar de forma legal, com seu próprio nome como cientista convidado.

O astrônomo W. Kent Ford desenvolveu o espectrômetro que permitia medir a velocidade das estrelas nas galáxias espirais. Vera  e Kent Ford estudaram regiões pequenas dentro das galáxias e ali observaram a emissão de luz com diferentes partes em suas espirais: estudaram as chamadas “curvas planas de rotação”. Em 1975, na reunião da Sociedade Estadunidense de Astronomia, Vera e Kent anunciaram a toda comunidade cientifica que as galáxias espirais deixavam espaços vazios entre elas e que havia uma menor porção de massa luminosa e o restante , muito maior, não era visível, mas estava em forma de matéria escura, que correspondia a quase 90% do universo, embora não emitisse luz, era detectável pelo efeito gravitacional que produzia.

Apesar das dificuldades, Vera Rubin, brilhante astrônoma, tem contribuído com suas investigações e dedicação ao conhecimento do universo, e tomou um lugar reconhecido no mundo cientifico. Ela tem recebido honras e distinções pelos seus trabalhos: em 1996 a Medalha de ouro concedida pela Sociedade Astronômica Royal (Reino Unido) segunda  mulher a recebê-lo, depois que passaram mais de 160 anos de que fora outorgada a Carolina Herschel (em 1828); Medalha Bruce em Astronomia (Astronomical Society of The Pacific, usa) em 2003. Tem sido merecedora do titulo Doctor Honoris Causa em varias universidades.

Vera é co-autora de 114 artigos de investigação e publicou vários artigos científicos com sua única filha Judith Young, doutora em Física, formando um das poucas parcerias mãe-filha  na Astronomia.  Ela deu numerosas conferencias e entrevistas. É membro da Academia Nacional de Ciências desde 1981 e considera que “é um privilegio ser uma pioneira entre as mulheres fascinadas com as galáxias”.

Vera segue investigando e é muito querida e respeitada.

Traduzido do Mujeres que Hacen la Historia


sábado, 23 de fevereiro de 2013




Nascida em Shangai em 1912. Física chinesa, cientista e especialista em radioatividade.

Seus pais, professores de idéias progressistas sobre a educação das mulheres incentivaram a sua filha a estudar em um colégio interno de Suzhou, no qual se graduou como professora, sendo a primeira da classe.



Em 1930 Chien ingressou na Universidade Central de Nanjing, na qual envolveu-se ativamente do movimento estudantil. Depois de sua graduação de Física em 1934, foi docente em uma Universidade de província, enquanto continuou sua investigação em Cristalografia de raios X na Academia de Ciências de Shangai.

Em 1936 partiu para o Estados Unidos para continuar os seus estudos; Em breve integrou a equipe de investigação do Laboratório de Radiação da Universidade da California. Nesta universidade doutorou-se em 1940.

Na universidade de Princeton, Nova Jersey, foi a primeira mulher docente de Física. Durante a Segunda Guerra Mundial, em 1944 trabalhou como física nuclear, junto com eminentes cientistas, no projeto Manhattan, investigando a separação dos isótopos (átomos) de urânio, que são radioativos. A partir de 1946 foi Cientista Associada na Universidade dee Columbia, Nova York e, anos depois, Professora Associada nessa Universidade.

Chien continuou sua minuciosa investigação sobre a desintegração dos átomos; Até esse momento, os experimentos científicos de outros cientistas somente haviam podido encontrar elétrons de baixo movimento. Com grande empenho e capacidade profissional, ela comprovou que os elétrons se moviam a uma grande velocidade, atravessando laminas de espessura uniforme. Suas evidencias empíricas trouxeram-lhe grande prestigio, destacando-se a exatidão dos detalhes fornecidos. Escreveu um livro sobre sua investigação: A desintegração beta, publicado em 1965.

Em 1958 foi promovida a Professora Titular de Física na Universidade de Columbia. Com suas investigações aplicou a medicina seu trabalho em física nuclear: mediante a novas técnicas, desenvolveu um método para estudar as mudanças moleculares da hemoglobina associada a anemia das células.

Em 1972 Chien Shiung Wu foi Catedrática de Física da Universidade de Columbia, combinando a docencia com a investigação até a sua jubilação em 1981. Durante 37 anos consecutivos esteve trabalhando como uma destacada cientista, lutando contra os preconceitos de gênero, que minimizou a importância das conquistas das mulheres dedicadas a ciência.

Por sua contribuição a ciência, Chien recebeu numerosos prêmios e Doutorados Honoris Causa, entre eles, os da Universidade de Yale, Harvard e Princeton, sendo este ultimo, o primeiro premio concedido a uma mulher. Foi membro da Academia de Ciências da China e Estados Unidos e a primeira mulher presidente da Sociedade Americana de Física em 1975. Recebeu a Medalha Nacional de Ciências dos Estados Unidos.

Um asteróide desde 1990 leva o seu nome em sua homenagem. Em seu país natal é muito reconhecida por suas conquistas cientificas, e por ser a primeira mulher chinesa do século XX considerada líder cientifica: é chamada de “Madame Curie da China”, “Primeira Dama de Física” o “Madame Wu”.

Chien Shiung Wu morreu em 1997, aos 84 anos de idade, em sua casa em Manhattan, Nova York.

Traduzido do Mujeres que Hacen la Historia

12:22 Mulheres na ciência



Nascida em Shangai em 1912. Física chinesa, cientista e especialista em radioatividade.

Seus pais, professores de idéias progressistas sobre a educação das mulheres incentivaram a sua filha a estudar em um colégio interno de Suzhou, no qual se graduou como professora, sendo a primeira da classe.



Em 1930 Chien ingressou na Universidade Central de Nanjing, na qual envolveu-se ativamente do movimento estudantil. Depois de sua graduação de Física em 1934, foi docente em uma Universidade de província, enquanto continuou sua investigação em Cristalografia de raios X na Academia de Ciências de Shangai.

Em 1936 partiu para o Estados Unidos para continuar os seus estudos; Em breve integrou a equipe de investigação do Laboratório de Radiação da Universidade da California. Nesta universidade doutorou-se em 1940.

Na universidade de Princeton, Nova Jersey, foi a primeira mulher docente de Física. Durante a Segunda Guerra Mundial, em 1944 trabalhou como física nuclear, junto com eminentes cientistas, no projeto Manhattan, investigando a separação dos isótopos (átomos) de urânio, que são radioativos. A partir de 1946 foi Cientista Associada na Universidade dee Columbia, Nova York e, anos depois, Professora Associada nessa Universidade.

Chien continuou sua minuciosa investigação sobre a desintegração dos átomos; Até esse momento, os experimentos científicos de outros cientistas somente haviam podido encontrar elétrons de baixo movimento. Com grande empenho e capacidade profissional, ela comprovou que os elétrons se moviam a uma grande velocidade, atravessando laminas de espessura uniforme. Suas evidencias empíricas trouxeram-lhe grande prestigio, destacando-se a exatidão dos detalhes fornecidos. Escreveu um livro sobre sua investigação: A desintegração beta, publicado em 1965.

Em 1958 foi promovida a Professora Titular de Física na Universidade de Columbia. Com suas investigações aplicou a medicina seu trabalho em física nuclear: mediante a novas técnicas, desenvolveu um método para estudar as mudanças moleculares da hemoglobina associada a anemia das células.

Em 1972 Chien Shiung Wu foi Catedrática de Física da Universidade de Columbia, combinando a docencia com a investigação até a sua jubilação em 1981. Durante 37 anos consecutivos esteve trabalhando como uma destacada cientista, lutando contra os preconceitos de gênero, que minimizou a importância das conquistas das mulheres dedicadas a ciência.

Por sua contribuição a ciência, Chien recebeu numerosos prêmios e Doutorados Honoris Causa, entre eles, os da Universidade de Yale, Harvard e Princeton, sendo este ultimo, o primeiro premio concedido a uma mulher. Foi membro da Academia de Ciências da China e Estados Unidos e a primeira mulher presidente da Sociedade Americana de Física em 1975. Recebeu a Medalha Nacional de Ciências dos Estados Unidos.

Um asteróide desde 1990 leva o seu nome em sua homenagem. Em seu país natal é muito reconhecida por suas conquistas cientificas, e por ser a primeira mulher chinesa do século XX considerada líder cientifica: é chamada de “Madame Curie da China”, “Primeira Dama de Física” o “Madame Wu”.

Chien Shiung Wu morreu em 1997, aos 84 anos de idade, em sua casa em Manhattan, Nova York.

Traduzido do Mujeres que Hacen la Historia





Bióloga, física e química germânica nascida em Magdeburgo, pesquisadora do Max-Planck-Institut für Entwicklungsbiologie, Tübingen, Alemanha, co-vencedora do Prêmio Nobel de Fisiologia e Medicina (1995), juntamente com os biólogos estadunidenses Edward Bok Lewis e Eric Francis Wieschaus, por demonstrarem que todas as faculdades das células são formadas em última instância por seu fator hereditário, descoberta importante para compreender o desenvolvimento dos embriões. 



Diplomada em biologia, física e química (1962-1964) pela Johann-Wolfgang-Goethe-Universität, Frankfurt/Main, Germany, com mestrado em bioquímica (1964-1968) pela Eberhard-Karls-Universität, Tübingen, e Ph.D (1969-1973) em biologia genética, no Max-Planck-Institut für Virusforschung, orientada pelo Dr Heinz Schaller.


Foi chefe de um grupo de pesquisas no European Molecular Biology Laboratory (EMBL), Heidelberg (1978-1980), e no Friedrich-Miescher-Laboratorium der Max-Planck-Gesellschaft, Tübingen (1981-1985), e tornou-se cientista membro do Max-Planck-Society (1985) e diretora da divisão de genética do Max-Planck-Institut für Entwicklungsbiologie (Developmental Biology), Tübingen (1985).

Já recebeu muitas honrarias na Alemanha e exterior entre elas Brooks Lecturer, Harvard Medical School (1988), o Mattia Award, Roche Institute, New Jersey (1990), Dr h.c. Utrecht University, Dr h.c. Princeton University (1991), Dr h.c. Universität Freiburg , Dr h.c. Harvard University (1993), e muitas medalhas e prêmios em Genebra, Leverkusen, Londres, Würtzburg, Berlim, Bertner Award, Anderson, Houston, Texas, Indiana, etc.

Fonte: DEC da UFCG
12:19 Mulheres na ciência




Bióloga, física e química germânica nascida em Magdeburgo, pesquisadora do Max-Planck-Institut für Entwicklungsbiologie, Tübingen, Alemanha, co-vencedora do Prêmio Nobel de Fisiologia e Medicina (1995), juntamente com os biólogos estadunidenses Edward Bok Lewis e Eric Francis Wieschaus, por demonstrarem que todas as faculdades das células são formadas em última instância por seu fator hereditário, descoberta importante para compreender o desenvolvimento dos embriões. 



Diplomada em biologia, física e química (1962-1964) pela Johann-Wolfgang-Goethe-Universität, Frankfurt/Main, Germany, com mestrado em bioquímica (1964-1968) pela Eberhard-Karls-Universität, Tübingen, e Ph.D (1969-1973) em biologia genética, no Max-Planck-Institut für Virusforschung, orientada pelo Dr Heinz Schaller.


Foi chefe de um grupo de pesquisas no European Molecular Biology Laboratory (EMBL), Heidelberg (1978-1980), e no Friedrich-Miescher-Laboratorium der Max-Planck-Gesellschaft, Tübingen (1981-1985), e tornou-se cientista membro do Max-Planck-Society (1985) e diretora da divisão de genética do Max-Planck-Institut für Entwicklungsbiologie (Developmental Biology), Tübingen (1985).

Já recebeu muitas honrarias na Alemanha e exterior entre elas Brooks Lecturer, Harvard Medical School (1988), o Mattia Award, Roche Institute, New Jersey (1990), Dr h.c. Utrecht University, Dr h.c. Princeton University (1991), Dr h.c. Universität Freiburg , Dr h.c. Harvard University (1993), e muitas medalhas e prêmios em Genebra, Leverkusen, Londres, Würtzburg, Berlim, Bertner Award, Anderson, Houston, Texas, Indiana, etc.

Fonte: DEC da UFCG